No livro Cem Anos de Mentira, de Randal Fitzgerald encontramos as seguintes informações:
Foi uma cirurgiã, Susan Love, quem revelou pela primeira vez um segredo da indústria farmacêutica, numa declaração que foi amplamente divulgada: "Mercantilizar uma doença é a mellhor maneira de mercantilizar uma droga". A osteoporose, um enfraquecimento dos ossos, tornou-se uma das primeiras doenças impingidas à população dos Estados Unidos como parte de uma estratégia de marketing. Segundo descreve John Abramson, a companhia farmacêutica Wyeth-Ayerst contratou, em 1985, uma empresa de relações publicas para estimular a preocupação do público quanto a osteoporose, ao mesmo tempo que a companhia oferecia uma droga terapêutica para reposição de estrogênio, chamada Premarin, como antídoto. As vendas do Premarin estavam estagnadas antes do início dessa campanha, mas o efeito causado pelos profissionais de relações-públicas, ao instilarem o medo na população, fez com que as vendas dessa droga aumentassem 40% no primeiro ano. Desde então, a publicidade de drogas farmacêuticas tem sido direcionada para provocar respostas emocionais em seus espectadores e leitores. Podemos perceber essa tendência nos anúncios publicitários de drogas para o diabetes do tipo 2, para o distúrbio do déficit de atenção e para a disfunção eréti1. Ainda mais recente é a campanha promocional de drogas para o combate da suposta "disfunção sexual feminina", promovendo a utilização do hormônio testosterona e do medicamento Viagra pelas mulheres - o que motivou uma censura à Pfizer e outras companhias farmacêuticas por parte da publicação médica British Medical Journal, devido à "criação de uma doença patrocinada por essas corporações".
Uma vez que apenas uma pequena porcentagem das novas marcas de drogas farmaceuticas introduzidas no mercado a cada ano realmente contém novos ingredientes, não deveria nos causar surpresa que a indústria farmacêutica exerça pressões sobre si mesma, de modo a criar uma indústria de doenças, para revitalizar as vendas das velhas marcas de suas drogras. Uma vez que nos dediquemos a apreciar o impacto dessas estratégias de marketing sobre nossos bolsos e sobre a nossa saúde, porém, podemos perceber quão perniciosa é a pressão que as companhias farmacêuticas exercem sobre nós. Esse tema é retratado de maneira impressionante no livro Generation Rx: HowPrescription Drugs Are Altering American Lives, Minds And Bodies ( numa tradução aproximada, Geração sob Receita Médica: Como as Drogas Vendidas Sob Prescrição Estão Alterando as Vidas , as Mentes e os Corpos dos Norte-americanos), de Greg Critser, cujo livro anterior foi Fat Land (Nação Gorda).
A indústria farmacêutica tem almejado atingir grupos etários específicos, chamando-os de "tribos farmacêuticas" , para fazer progredir suas estratégias mercadológicas voltadas para a criação de doenças. Alguns exemplos são "A Tribo dos Jovens de Alto Desempenho", que ingere coquetéis de drogas prescritas apelidados de "Coquetéis da Califórnia" , que consistem em Ritalina, Neurotin e Wellbutrin, medicamentos utilizados,respectivamente para o tratamento do déficit de atenção, da epilepsia e da depressão. Ou a "Tribo de Alto Desempenho de Meia-ldade, que abrange os "doentes imaginários" de meia-idade que pretendem prolongar a duração de suas vidas.
Isso resulta no fato de que metade de todos os americanos tomem ao menos uma droga sob prescrição médica todos os dias. Muitos deles chegam a tomar três ou mais, diariamente. Não admira que atravessemos uma epidemia de doenças hepáticas. Nós estamos sobrecarregando nossos fígados, rins e estomagos com drogas legalmente prescritas , cujas combinações podem produzir sinergias ainda não calculadas ou estudadas por ninguém..
Em seu livro, Critser cita um especialista em psicofarmacologia infantil, Glen Elliott, que se desespera diante do que as indústrias farmacêuticas estão fazendo a toda uma geração de jovens: "O problema é que a utilização dessas drogas excedeu em muito a base dos nossos conhecimentos. Vamos encarar essa questão: nós estamos fazendo experiências com esses garotos, sem monitorar os resultados".
Problemas de reprodução
Um grupo de 120 cientistas de todo o mundo reuniu-se em Praga, na República Tcheca, em maio de 2005, e emitiu um alerta e um apelo a todos os governos para que dedicassem atenção especial às "sérias preocupações acerca da elevada incidência de distúrbios reprodutivos nos meninos e homens jovens europeus". Esses especialistas em saúde identificaram como o principal suspeito de causar distúrbios endócrinos certas substâncias químicas, responsáveis por uma epidemia de anormalidades reprodutivas notada em todo o mundo. Estudos publicados na Pediatrics e em outras publicações médicas revelaram que, desde o início da década de 1960, tem ocorrido um aumento estimado em 40% no número de meninos nascidos -na Europa e Estados Unidos - com malformações em seus pênis e com sintomas de feminização.Outras estatísticas de saúde revelam uma história de horror semelhante quanto aos problemas reprodutivos.
• Ao menos 10% de todos os casais nos Estados Unidos são incapazes de gerar filhos, e esse número parece estar aumentando. Algumas comunidades no Canadá acusaram acentuado declínio na porcentagem de nascimentos de crianças do sexo masculino, representando, atualmente, apenas um terço de todos os nascimentos. Nas últimas duas décadas do século XX, houve um aumento de 400% no número de casos de gravidez tubária entre as mulheres dos países desenvolvidos.
• Clínicas de fertilização in vitro espalhadas pelos Estados Unidos assinalaram um vertiginoso crescimento na quantidade de embriões anormais produzidos por mulheres jovens e saudáveis, na casa dos vinte anos, que deveriam estar no auge de sua capacidade reprodutiva. Quase 80% dos 300 embriões coletados como amostragem eram anormais, segundo os autores de um estudo sohre reprodução, que apresentaram esses alarmantes resultados em duas conferências proferidas na Sociedade Norte-americana de Medicina Reprodutiva e na Sociedade Canadense de Fertilidade e Andrologia, em outubro de 2005, em Montreal. A incidência de defeitos genéticos em mulheres férteis poderia ser ainda muito mais alta, uma vez que apenas onze cromossomos foram testados para esse estudo. Especialistas especularam que "fatores ambientais" - um eufemismo para designar substâncias químicas sintéticas ¬poderia estar causando a rápida disseminação dessa degeneração.
• Amostras de esperma - coletadas em todo o mundo - foram submetidas a contagens de espermatozóides e comprovaram uma redução de 50%, ao longo do último meio século, e, durante o mesmo período, a incidência de câncer nos testículos sofreu um aumento de 600%. Na China, o país que se desenvolve mais rapidamente em todo o mundo, um estudo realizado em 2001 constatou que 85% dos estudantes universitários eram inférteis.
Essa lista de estatísticas revela, através de um padrão inconfundível, que algo está dando gravemente errado. Alguns desses desdobramentos poderiam, à primeira vista, parecer engraçados, caso suas implicações não fossem tão funestas.
Durante o verão de 2005, clínicas de Londres reportaram um aumento expressivo no número de homens que procuravam cirurgias para redução das mamas. Em apenas um ano, clínicas de toda a cidade receberam mais do que o dobro de clientes do sexo masculino buscando esse tipo de tratamento. "Hormônios contidos na comida que consumimos podem ser os motivos desse aumento", pondera Yannis Alexandrides, um cirurgião londrino, que relatou ao jornal The Sunday Times que praticava uma cirurgia de redução de mamas masculinas por semana - comparado a apenas uma a cada mês, poucos anos antes. Outros médicos relataram ao jornal suas suspeitas de que hormônios femininos, provenientes de pílulas contraceptivas lançadas ao sistema de esgoto - cuja água era reciclada e novamente distribuída - poderiam ser os principais culpados pela "desmasculinização" de tantos homens adultos.
Entre meninas de 8 anos de idade, nos Estados Unidos, na Inglaterra e na Austrália, uma em cada seis mostra sinais de haver entrado na puberdade, com crescimento de seios, pêlos pubianos e até mesmo menstruação. Apenas uma geração atrás, somente uma em cada cem meninas de 8 anos mostrava sinais de puberdade, enquanto hoje em dia quase duas meninas em cada grupo de cem demonstram sinais de desenvolvimento sexual aos tres anos de idade!Este fenômeno tornou-se conhecido como "puberdade precoce". Um estudo publicado na revista científica Nature apontou para o fato de que o inicio da puberdade antes dos 10 anos de idade faz mais do duplicar as chances de as mulheres desenvolverem cânceres de mamas e de ovários ao longo de suas vidas.
O que é igualmente espantoso, é a elaborada racionalização adotada por muitos médicos ocidentais e pelas instituições médicas para explicar essas extraordinariamente rápidas mudanças no desenvolvimento sexual. Eles afirmam que a puberdade precoce não passa de um subproduto natural da melhoria da qualidade nutriciona1. Eles tentam tranqüilizar os pais quanto ao fato de suas filhas estarem experimentando um "furor hormonal", e que a menstruação na idade de 8 anos não deveria lhes causar preocupações, porque hoje em dia é considerado normal que a puberdade se inicie nessa idade. O que eles estão confessando, na verdade, é que as substâncias químicas sintéticas estão redefinindo o significado do termo "normal".
Para tentarmos entender o que está acontecendo, vamos principiar pela palavra "hormônio", que deriva do grego, significando "pôr em movimento". Isso é o que os hormônios fazem: eles ativam nossos processos metabólicos. Nossos hormônios, por sua vez, são regulados pelo sistema endócrino, uma série de glândulas entre as quais a pituitária, a pineal, a tiróide, as adrenais, o hipotálamo,a paratiróide, o pâncreas, os ovários e os testículos.
Substancias químicas capazes de desestabilizar o equilíbrio do sistema endócrino imitam os hormônios naturais, afetando qualquer uma - ou todas - das glândulas que produzem esses hormônios. Isso pode desencadear artificialmente ou interromper a produção natural de hormônios. Estrógenos associados ao sistema reprodutivo são especialmente vulneráveis aos desequilíbrios químicos, às vezes chamados de "misturadores genéricos" sintéticos. Mais de 50 substâncias químicas de uso cotidiano, desde impermeabilizantes até pesticidas, já foram identificadas corno causadoras de desequilíbrios hormonais. Várias dúzias de outras substâncias são candidatas a figurar nessa lista.
Um relatório sobre essas substâncias capazes de alterar o sistema endócrino (também chamadas HAAs - hormonally active agents; agentes hormonalmente ativos)publicado pelo Conselho Nacional de Pesquisas, uma ramificação da Academia Nacional de Ciências norte-americana, concluiu taxativamente, em 1999, que "efeitos adversos na reprodução e no desenvolvimento das populações humanas, da vida selvagem e entre animais de laboratório têm sido observados como consequência da exposição aos HHAs".
PCBs, DDT, dioxinas e outras dezenas de toxinas sintéticas armazenam-se nos tecidos gordurosos de peixes e outros animais e são transmitidas aos seres humanos que os consomem. "Essas substâncias químicas persistentes conseguem chegar ao sistema endócrino disfarçando-se como hormônios", escreveram os. três autores do livro Affluenza. "Trata-se de um caso mortal de falha nas comunicações. Quando os hormônios, nossos mensageiros químicos, são liberados ou suprimidos na hora errada e nas quantidades erradas, a vida é distorcida."
Estamos cercados por evidências de que algo profundamente errado está acontecendo com a natureza. E já não podemos dizer que não recebemos um aviso claro e prolongado. Esses padrões de anormalidades que, hoje em dia, constatamos na espécie humana, começaram a aparecer com freqüência crescente entre as espécies de vida selvagem, várias décadas atrás.
Peixes hermafroditas começaram a surgir nos Grandes Lagos (fazendo com que as gaivotas que os comiam também gerassem filhotes hermafroditas) mais ou menos ao mesmo tempo que espécimes feminilizados de vários animais da fauna selvagem apareceram no Lago Apopka, na Flórida, onde crocodilos machos nasceram sem pênis e tartarugas nasceram com características de ambos os sexos, simultaneamente. Mariscos hermafroditas apareceram ao longo de toda a costa da baía de Chesapeake, e uma elevada porcentagem de salmões selvagens no rio Columbia, no Estado de Washington, reverteram seu gênero transformando suas características sexuais de masculinas em femininas. Em 84% dos peixes analisados, os indivíduos cromossomicamente machos apresentavam a aparelhos reprodutores femininos. Altas concentrações de substancias químicas que imitam o estrogênio ¬como impermeabilizantes e o pesticida Atrazine - foram detectadas na água do rio. •
Ao longo do rio Potomac, em Maryland, ao menos 60% dos peixes examinados por cientistas, em 2003 e 2004, haviam sofrido mutações - tornando-se hermafroditas, ou revertendo de machos para fêmeas -, com indivíduos nascidos machos produzindo ovos no interior de seus testículos. Numerosas drogas farmacêuticas, que passaram incólumes pelas estações de tratamento de água e esgoto, foram detectadas no rio. "Nós podemos estar vendo apenas a ponta do iceberg, em termos do impacto cumulativo disso tudo", comentou Thomas Burke, presidente associado ao comitê de política para a saúde da Escola de Saúde Pública Bloomberg, da Universidade Johns Hopkins, em Baltimore. Essas constatações tornaram-se particularmente alarmantes pelo fato de Washington D. C. - a capital do país - e outras cidades localizadas ao longo do Potomac retirarem seus suprimentos de água potável daquele rio.
Mutações similares têm surgido em todo o território dos Estados Unidos. Em testes realizados por biólogos da Baylor University em um riacho no Texas, foi constatado que indivíduos machos de uma espécie de pequenas carpas haviam sofrido mutações em razão da presença de medicamentos para o controle da natalidade, ali descartados por uma usina de tratamento de água. Quando o consumo nacional de Prozac duplicou, desde 2000, passando a ser consumido por 54 milhões de pessoas, mais da metade dos rios e córregos analisados pelo Serviço de Supervisão Geológica dos Estados Unidos mostraram que essa droga antidepressiva afetava o desenvolvimento e a reprodução de moluscos, invertebrados e peixes,. A professora de saúde ambiental Marsha Black, Universidade da Geórgia, descobriu que o Prozac afeta a vida aquática nos rios dos Estados da Geórgia e Mississippi mesmo em concentrações extremamente baixas, como menos de uma parte por bilhão - o que equivale a uma aspirina em um tanque de 3.875 a milhões de litros de água. Quase metade dos peixes expostos ação dessas drogas morreram prematuramente, outros cresceram defeituosos ou sofreram mutações e uma quantidade ainda maior agrupa-se em enormes cardumes totalmente confusos e desorientados, que nadam em círculos.
30 de abr. de 2010
4 de mar. de 2010
Caminho do estresse para o câncer é mais curto do que se pensava
Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=caminho-estresse-cancer-mais-curto-se-pensava&id=4909&nl=sit
19/01/2010
Estudo indica que o estresse estimula o desenvolvimento de tumores de forma mais fácil do que se acreditava.
Mutações conjuntas
O estresse emite sinais que fazem com que células desenvolvam tumores, indica uma pesquisa feita por um grupo de cientistas da Universidade Yale, nos Estados Unidos, e publicado na revista Nature.
O grupo liderado por Tian Xu, professor e vice-presidente do conselho de genética de Yale, mostrou que mutações que causam câncer podem atuar em conjunto para promover o desenvolvimento de tumores mesmo quando localizados em diferentes células em um mesmo tecido.
O estudo descreve uma nova maneira pela qual o câncer age no organismo e aponta novos caminhos para combater a doença. Até agora, a maioria dos cientistas estimava que uma célula precisava de mais de uma mutação que causa câncer para que os tumores se desenvolvessem.
"A má notícia é que é muito mais fácil para um tecido acumular mutações em células diferentes do que em uma mesma célula", disse Xu, que também é pesquisador do Instituto Médico Howard Hughes e da Universidade Fudan, na China.
Rascunho genético
O grupo trabalhou com moscas-das-frutas (Drosophila melanogaster) para analisar as atividades de dois genes conhecidos pelo envolvimento no desenvolvimento de tumores no homem.
O primeiro é o chamado RAS, que já se mostrou envolvido em 30% dos cânceres. O outro é o gene scribble ("rascunho"), que contribui para o desenvolvimento de tumores quando sofre mutação.
O grupo de Xu anteriormente havia demonstrado que uma combinação dos dois genes na mesma célula desencadeava a formação de tumores malignos. Mas, agora, os pesquisadores verificaram que as mutações não precisam coexistir na mesma célula para isso.
Uma célula com apenas a mutação RAS é capaz de se desenvolver em um tumor maligno se auxiliada por uma célula próxima que contenha um gene scribble defeituoso.
Estresse que causa câncer
Em seguida, os pesquisadores observaram que condições estressantes, como uma ferida, podem disparar o desenvolvimento do câncer. Por exemplo, células RAS se desenvolveram em tumores quando um ferimento foi induzido em um tecido.
O mecanismo por trás do fenômeno, segundo os pesquisadores, é um processo de sinalização conhecido como JNK, que é ativado por condições de estresse.
"O problema é que diversas condições podem disparar a sinalização de estresse, seja o estresse físico ou emocional, infecções ou inflamações", ressaltou Xu.
Mas, apesar de o estudo indicar que é ainda mais fácil do que se estimava para que o câncer se desenvolva, ele também, de acordo com os autores, ajuda a identificar novos alvos para o desenvolvimento de novas formas de prevenção e tratamento da doença.
19/01/2010
Estudo indica que o estresse estimula o desenvolvimento de tumores de forma mais fácil do que se acreditava.
Mutações conjuntas
O estresse emite sinais que fazem com que células desenvolvam tumores, indica uma pesquisa feita por um grupo de cientistas da Universidade Yale, nos Estados Unidos, e publicado na revista Nature.
O grupo liderado por Tian Xu, professor e vice-presidente do conselho de genética de Yale, mostrou que mutações que causam câncer podem atuar em conjunto para promover o desenvolvimento de tumores mesmo quando localizados em diferentes células em um mesmo tecido.
O estudo descreve uma nova maneira pela qual o câncer age no organismo e aponta novos caminhos para combater a doença. Até agora, a maioria dos cientistas estimava que uma célula precisava de mais de uma mutação que causa câncer para que os tumores se desenvolvessem.
"A má notícia é que é muito mais fácil para um tecido acumular mutações em células diferentes do que em uma mesma célula", disse Xu, que também é pesquisador do Instituto Médico Howard Hughes e da Universidade Fudan, na China.
Rascunho genético
O grupo trabalhou com moscas-das-frutas (Drosophila melanogaster) para analisar as atividades de dois genes conhecidos pelo envolvimento no desenvolvimento de tumores no homem.
O primeiro é o chamado RAS, que já se mostrou envolvido em 30% dos cânceres. O outro é o gene scribble ("rascunho"), que contribui para o desenvolvimento de tumores quando sofre mutação.
O grupo de Xu anteriormente havia demonstrado que uma combinação dos dois genes na mesma célula desencadeava a formação de tumores malignos. Mas, agora, os pesquisadores verificaram que as mutações não precisam coexistir na mesma célula para isso.
Uma célula com apenas a mutação RAS é capaz de se desenvolver em um tumor maligno se auxiliada por uma célula próxima que contenha um gene scribble defeituoso.
Estresse que causa câncer
Em seguida, os pesquisadores observaram que condições estressantes, como uma ferida, podem disparar o desenvolvimento do câncer. Por exemplo, células RAS se desenvolveram em tumores quando um ferimento foi induzido em um tecido.
O mecanismo por trás do fenômeno, segundo os pesquisadores, é um processo de sinalização conhecido como JNK, que é ativado por condições de estresse.
"O problema é que diversas condições podem disparar a sinalização de estresse, seja o estresse físico ou emocional, infecções ou inflamações", ressaltou Xu.
Mas, apesar de o estudo indicar que é ainda mais fácil do que se estimava para que o câncer se desenvolva, ele também, de acordo com os autores, ajuda a identificar novos alvos para o desenvolvimento de novas formas de prevenção e tratamento da doença.
24 de fev. de 2010
Referências sobre energia escalar
Scalar Waves - livro escrito pelo Engenheiro Elétrico, Professor Doutor Konstantin Meyl.
http://www.meyl.eu/go/index.php?dir=30_Books&page=1&sublevel=0
Tom Bearden - site do fisico nuclear
http://www.cheniere.org/
Keppe Motor - motor desenvolvido pelos brasileiros Cesar Soos e Roberto Frascari, baseados na nova física de Norberto Keppe
http://www.keppemotor.com/pt/index.php
The Hidden Nature - livro sobre as descobertas de Viktor Schauberger sobre a água, e como ela absorve energia escalar. O livro está disponivel gratuitamente na Internet para download.
http://pdfdatabase.com/hidden-nature.html
A Ciência e o Campo Akáshico - Uma Teoria Integral de Tudo - Ervin Laszlo.
Místicos e sábios têm sustentado desde há muito tempo, que existe um campo cósmico que interliga tudo nas raízes da realidade, e que conserva e transmite informação, um campo conhecido como registro akáshico. Recentes descobertas na física do vácuo mostram que esse campo akáshico é real e tem seu equivalente nocampo do ponto zero da ciência, que é subjacente ao próprio espaço. Esse campo consiste em um mar sutil de energias flutuantes do qual emergem todas as coisas: átomos e galáxias, estrelas e planetas, seres vivos e até mesmo a consciência. Esse campo akáshico do ponto zero - ou campo "A" - é a constante e perene memória do universo. Ele mantém o registro de tudo o que já aconteceu na Terra e no cosmos e o relaciona a tudo o que ainda irá acontecer. Em A Ciência e o Campo Akáshico, o filósofo e cientista Ervin Laszlo transmite ao leitor o elemento essencial desse campo de informação numa linguagem acessível e clara. A partir do mundo da ciência, ele confirma as intuições mais profundas que temos a respeito da unidade da criação numa Teoria Integral de Tudo. Nós descobrimos que, como afirmou o filósofo William James, " Somos como ilhas no mar, separados na superfície, mas conectados nas profundezas".
Global Energy Technologies, Inc -
http://frank.germano.com/
Valerie V. Hunt - medica que estuda sobre bioenergia e em particular a energia escalar aplicada.
http://valerievhunt.com/ValerieVHunt.com/Valerie_Hunt_EdD.html
James Oschman - médico autor de livros sobre bioenergia.
http://www.energyresearch.bizland.com/
Peter Lindmmann
http://www.free-energy.ws/index.html
Pure Energy Systems
http://peswiki.com/index.php/Main_Page
Practical Guide to Free-Energy Devices
http://www.free-energy-info.co.uk/
Keelynet
http://www.keelynet.com/files.html
Occult Ether Physics
http://www.bibliotecapleyades.net/tesla/occultether/occultether.htm
http://www.meyl.eu/go/index.php?dir=30_Books&page=1&sublevel=0
Tom Bearden - site do fisico nuclear
http://www.cheniere.org/
Keppe Motor - motor desenvolvido pelos brasileiros Cesar Soos e Roberto Frascari, baseados na nova física de Norberto Keppe
http://www.keppemotor.com/pt/index.php
The Hidden Nature - livro sobre as descobertas de Viktor Schauberger sobre a água, e como ela absorve energia escalar. O livro está disponivel gratuitamente na Internet para download.
http://pdfdatabase.com/hidden-nature.html
A Ciência e o Campo Akáshico - Uma Teoria Integral de Tudo - Ervin Laszlo.
Místicos e sábios têm sustentado desde há muito tempo, que existe um campo cósmico que interliga tudo nas raízes da realidade, e que conserva e transmite informação, um campo conhecido como registro akáshico. Recentes descobertas na física do vácuo mostram que esse campo akáshico é real e tem seu equivalente nocampo do ponto zero da ciência, que é subjacente ao próprio espaço. Esse campo consiste em um mar sutil de energias flutuantes do qual emergem todas as coisas: átomos e galáxias, estrelas e planetas, seres vivos e até mesmo a consciência. Esse campo akáshico do ponto zero - ou campo "A" - é a constante e perene memória do universo. Ele mantém o registro de tudo o que já aconteceu na Terra e no cosmos e o relaciona a tudo o que ainda irá acontecer. Em A Ciência e o Campo Akáshico, o filósofo e cientista Ervin Laszlo transmite ao leitor o elemento essencial desse campo de informação numa linguagem acessível e clara. A partir do mundo da ciência, ele confirma as intuições mais profundas que temos a respeito da unidade da criação numa Teoria Integral de Tudo. Nós descobrimos que, como afirmou o filósofo William James, " Somos como ilhas no mar, separados na superfície, mas conectados nas profundezas".
Global Energy Technologies, Inc -
http://frank.germano.com/
Valerie V. Hunt - medica que estuda sobre bioenergia e em particular a energia escalar aplicada.
http://valerievhunt.com/ValerieVHunt.com/Valerie_Hunt_EdD.html
James Oschman - médico autor de livros sobre bioenergia.
http://www.energyresearch.bizland.com/
Peter Lindmmann
http://www.free-energy.ws/index.html
Pure Energy Systems
http://peswiki.com/index.php/Main_Page
Practical Guide to Free-Energy Devices
http://www.free-energy-info.co.uk/
Keelynet
http://www.keelynet.com/files.html
Occult Ether Physics
http://www.bibliotecapleyades.net/tesla/occultether/occultether.htm
Mudando o Paradigma.
A energia escalar já foi descoberta ao longo da história por diversos cientistas e pesquisadores, mas vem sendo sistematicamente rejeitada pelas universidades e outros centros de produção de conhecimento, por não poder ser medida com os aparelhos convencionais de medição eletromagnética.
Com a evolução das pesquisas em Física Quântica e Nanotecnologia, nossa ciência oficialmente reconhecida, vem descobrindo meios que começam a comprovar a sua existência.
O conhecimento desta energia evidencia a necessidade de que muitas teorias e praticas atualmente em voga, compondo o paradigma mecanicista e reducionista vigente, sejam revistas (ou postas de lado), por inviabilizarem um novo patamar para a existência humana, a nível de tecnologia e saúde.
O paradigma holográfico proposto por David Bohm e Karl Pribam baseado nas interferências de ondas abre uma nova perspectiva de entendimento da realidade.
As inúmeras possibilidades que este paradigma traz está implícita na teoria da incerteza de Heinsenberg, um dos pilares da Física Quântica, bem como na teoria da complexidade proposta por Edgard Morin.
Complexidade é a escola filosófica que vê o mundo como um todo indissociável e propõe uma abordagem multidisciplinar para a construção do conhecimento. Contrapõe-se a causalidade por abordar os fenômenos como totalidade orgânica. A proposta da complexidade é a abordagem transdisciplinar dos fenômenos, e a mudança de paradigma, abandonando o reducionismo que tem pautado a investigação científica em todos os campos e dando lugar à criatividade (e ao caos).
Sendo transdisciplinar, não é possível uma definição sucinta do termo e suas aplicações. Alguns dos conceitos que compõem o tecido da complexidade são:
• Auto-organização, fractalidade e emergência.
• Mudança, evolução e realimentação
• Campo, cultura, ecologia e ambiente
• Caos, desordem e incerteza
• Ampliação da consciência e relação corpo-mente
• Desconstrução, novas organizações, criatividade e pedagogias críticas
• Paraconsciência e lógicas não-convencionais
• Transdisciplinaridade, meta-sistemas e pensamento complexo
• Virtualidade, futuro, novas tecnologias.
David Bohm e Edgard Morin são dois expoentes da Complexidade, tendo como pares Fritjoff Capra, Gregory Bateson, Humberto Maturana, Rupert Sheldrake, Ilya Prignone, Edward Lorenz, e outros.
Teoria do Caos, Sinergia, Holismo são alguns dos conceitos que seguem esta escola filosófica. Está ligado a teoria de sistemas. Um sistema constitui-se de partes interdependentes entre si, que interagem e transformam-se mutuamente, desse modo o sistema não será definível pela soma de suas partes, mas por uma propriedade que emerge deste seu funcionamento. O estudo em separado de cada parte do sistema não levará ao entendimento do todo, esta lógica se contrapõe ao método cartesiano analítico que postulava justamente o contrário. Este é o conceito de sinergia.
Nesta perspectiva o todo é mais que a soma das partes. Da organização de um sistema nascem padrões emergentes que podem retroagir sobre as partes. Por outro lado, o todo é também menos que a soma das partes uma vez que tais propriedades emergentes possam também inibir determinadas qualidades das partes.
Em 27 de julho de 1980 O Sunday Times publicou uma reportagem na seção Educação: “Como o Universo se Mantém Unido”do dr. David Bohm, professor de Física Teórica no London Birbeck College. A matéria descrevia a nova teoria, referindo-se ao último livro do dr Bohm - A Totalidade e a Ordem Implicada. A matéria dizia que sempre fora a paixão de Bohm, tanto na vida quanto no trabalho, descobrir um conceito unificador em física que ajudasse a acabar com a fragmentação da física e na sociedade.
A matéria continuava: “... a teoria também possui profundas implicações filosóficas importantes, sobre as quais Bohm escreve bastante nesse livro. Fornece uma visão de mundo que leva a uma compreensão coerente dos fenômenos físicos, e sugere que tanto o mundo material quanto a consciencia são partes de uma única totalidade indivisível de movimento”.
O trabalho de Bohm sobre não localidade e seu casamento entre física e consciência chamou a atenção de alguns parapsicologos para sua teoria a fim de explicar fenômenos como telepatia, premonição e telecinesia. Bohm não é hostil a isso, mas mantém firme neutralidade.
A Ordem Implicita ( do latim, “a ser abraçada”) é um nível de realidade além de nossas percepções e pensamentos do cotidiano, assim como além de quaisquer imagens de realidade oferecidas por uma dada teoria cientifica. Estas, segundo Bohm, pertencem à “ordem explicita”. Na Ordem Implícita, a totalidade da existência é abraçada no interior de cada “fragmento” de espaço e tempo – seja um simples objeto, pensamento ou evento. Assim, tudo no universo afeta todo o resto porque são todos parte da mesma unidade indivisível.
A visão de mundo da física moderna é agora uma visão sistêmica. Tudo está ligado a tudo. Se você mergulhar profundamente no interior de si mesmo, estará atingindo a própria essência da espécie humana. Quando faz isso, será levado ao interior da profundidade geradora da consciência que é comum a toda a humanidade e que possui o todo da humanidade envolvida nele. A habilidade de os indivíduos serem sensíveis a isso se torna a chave para a mudança da humanidade. Estamos todos ligados. Se isso puder ser ensinado e as pessoas entenderem, teremos uma consciência diferente.
Se você tivesse um determinado numero de pessoas que realmente readquiram o domínio de si mesmas e consigam trabalhar juntas dessa forma, seria impressionante. Elas sobressairiam tanto que todos perceberiam que eram diferentes.
Existe uma dificuldade quando apenas uma pessoa muda – continuou Bohm - As pessoas chamam essa outra de santo ou místico, ou grande líder e dizem: Ele é diferente de mim. Nunca vou conseguir. O que existe de errado com as pessoas é que possuem esse bloqueio – sentem que não são capazes de fazer diferença e, portanto, nunca encaram a possibilidade, por que isso é perturbador, assustador demais.
Você precisa dar muita atenção à consciência. Essa é uma das coisas nas quais nossa sociedade é ignorante. Presume que a consciência não precisa de atenção. A consciência em si requer uma atenção muito alerta ou simplesmente destrói a si mesma. É um mecanismo muito delicado. Precisamos pensar com tudo o que temos. Precisamos pensar com nossos músculos. Precisamos pensar, como Einstein disse, com sentimentos em nossos músculos. Pensar com tudo. É assim num processo que também vai para fora e para dentro e torna a comunicação possível.
Ele mencionou o Principio de Mach: “O todo é necessário para o entendimento das partes, assim como as partes são necessárias para o entendimento do todo.”
O que descobri ao longo desta trajetória foi o que o físico nuclear Thomas Bearden vem chamando de energia escalar.
Esta energia foi descoberta por diversas pessoas ao longo da historia, tendo recebido diferentes nomenclaturas: Mesmer a chamou magnetismo animal, Reinchenbach a chamou de Odica, Reich a chamou Orgone, Hyeronimus a chamou de Eloptica, e tantos outros nomes que lhe foram atribuídos.
A energia escalar é a energia fundamental inerente a tudo o que existe. Ela está no nivel mais básico da matéria, assim como no espaço ou no vácuo.
O conhecimento desta energia permite entender porque fenômenos considerados “inexplicáveis” ou “ paranormais” tem uma razão para sua ocorrência. O que parece muitas vezes impossível, passa a ser possível e lógico.
O movimento de vortex é uma das manifestações da energia escalar como foram comprovados por Schauberger . Os estudos sobre magnetismo feitos por Davis e Rawls nos mostra que o magnetismo é outra forma desta manifestação. Os efeitos anti-gravitacionais observados por Thomas T. Brown nos levam a uma nova percepção do fenômeno da gravidade.
Nikola Tesla inventou uma tecnologia para transformar esta energia em energia elétrica, que poderia ser distribuída livremente em qualquer ponto do planeta. Infelizmente, sua proposta de evolução da humanidade foi barrada por J.P.Morgan um dos muitos monopolistas de Wall Street que impediram que o projeto de Wardencliff fosse concluído.
As modernas maquinas de ressonância magnética utilizam-se de tecnologias desenvolvidas por Tesla, que foi homenageado pela comunidade científica colocando seu nome como unidade de fluxo magnético do sistema internacional de unidades (SI).
Nikola Tesla, o inventor da tecnologia de corrente alternada que permitiu a difusão da energia elétrica em todo o mundo, sobrepujando a tecnologia de corrente contínua de Thomas Edison, morreu pobre e esquecido em 1943. Neste ano, a Suprema Corte Americana reconheceu que ele foi o verdadeiro inventor do radio e não Guglielmo Marconi, que recebeu o Premio Nobel por isto. Muitos livros-texto ainda persistem nesta informação incorreta aos estudantes.
Estamos vendo nosso planeta se deteriorando a cada dia. Existem as tecnologias para desenvolver equipamentos que não danificam nosso meio ambiente. Existem tecnologias para que tenhamos mais saude e menos doenças. Precisamos, como disse Bohm, juntar um grupo de pessoas que possuam o conhecimento e a disposição para tornar estas tecnologias de amplo uso pela sociedade.
Com a evolução das pesquisas em Física Quântica e Nanotecnologia, nossa ciência oficialmente reconhecida, vem descobrindo meios que começam a comprovar a sua existência.
O conhecimento desta energia evidencia a necessidade de que muitas teorias e praticas atualmente em voga, compondo o paradigma mecanicista e reducionista vigente, sejam revistas (ou postas de lado), por inviabilizarem um novo patamar para a existência humana, a nível de tecnologia e saúde.
O paradigma holográfico proposto por David Bohm e Karl Pribam baseado nas interferências de ondas abre uma nova perspectiva de entendimento da realidade.
As inúmeras possibilidades que este paradigma traz está implícita na teoria da incerteza de Heinsenberg, um dos pilares da Física Quântica, bem como na teoria da complexidade proposta por Edgard Morin.
Complexidade é a escola filosófica que vê o mundo como um todo indissociável e propõe uma abordagem multidisciplinar para a construção do conhecimento. Contrapõe-se a causalidade por abordar os fenômenos como totalidade orgânica. A proposta da complexidade é a abordagem transdisciplinar dos fenômenos, e a mudança de paradigma, abandonando o reducionismo que tem pautado a investigação científica em todos os campos e dando lugar à criatividade (e ao caos).
Sendo transdisciplinar, não é possível uma definição sucinta do termo e suas aplicações. Alguns dos conceitos que compõem o tecido da complexidade são:
• Auto-organização, fractalidade e emergência.
• Mudança, evolução e realimentação
• Campo, cultura, ecologia e ambiente
• Caos, desordem e incerteza
• Ampliação da consciência e relação corpo-mente
• Desconstrução, novas organizações, criatividade e pedagogias críticas
• Paraconsciência e lógicas não-convencionais
• Transdisciplinaridade, meta-sistemas e pensamento complexo
• Virtualidade, futuro, novas tecnologias.
David Bohm e Edgard Morin são dois expoentes da Complexidade, tendo como pares Fritjoff Capra, Gregory Bateson, Humberto Maturana, Rupert Sheldrake, Ilya Prignone, Edward Lorenz, e outros.
Teoria do Caos, Sinergia, Holismo são alguns dos conceitos que seguem esta escola filosófica. Está ligado a teoria de sistemas. Um sistema constitui-se de partes interdependentes entre si, que interagem e transformam-se mutuamente, desse modo o sistema não será definível pela soma de suas partes, mas por uma propriedade que emerge deste seu funcionamento. O estudo em separado de cada parte do sistema não levará ao entendimento do todo, esta lógica se contrapõe ao método cartesiano analítico que postulava justamente o contrário. Este é o conceito de sinergia.
Nesta perspectiva o todo é mais que a soma das partes. Da organização de um sistema nascem padrões emergentes que podem retroagir sobre as partes. Por outro lado, o todo é também menos que a soma das partes uma vez que tais propriedades emergentes possam também inibir determinadas qualidades das partes.
Em 27 de julho de 1980 O Sunday Times publicou uma reportagem na seção Educação: “Como o Universo se Mantém Unido”do dr. David Bohm, professor de Física Teórica no London Birbeck College. A matéria descrevia a nova teoria, referindo-se ao último livro do dr Bohm - A Totalidade e a Ordem Implicada. A matéria dizia que sempre fora a paixão de Bohm, tanto na vida quanto no trabalho, descobrir um conceito unificador em física que ajudasse a acabar com a fragmentação da física e na sociedade.
A matéria continuava: “... a teoria também possui profundas implicações filosóficas importantes, sobre as quais Bohm escreve bastante nesse livro. Fornece uma visão de mundo que leva a uma compreensão coerente dos fenômenos físicos, e sugere que tanto o mundo material quanto a consciencia são partes de uma única totalidade indivisível de movimento”.
O trabalho de Bohm sobre não localidade e seu casamento entre física e consciência chamou a atenção de alguns parapsicologos para sua teoria a fim de explicar fenômenos como telepatia, premonição e telecinesia. Bohm não é hostil a isso, mas mantém firme neutralidade.
A Ordem Implicita ( do latim, “a ser abraçada”) é um nível de realidade além de nossas percepções e pensamentos do cotidiano, assim como além de quaisquer imagens de realidade oferecidas por uma dada teoria cientifica. Estas, segundo Bohm, pertencem à “ordem explicita”. Na Ordem Implícita, a totalidade da existência é abraçada no interior de cada “fragmento” de espaço e tempo – seja um simples objeto, pensamento ou evento. Assim, tudo no universo afeta todo o resto porque são todos parte da mesma unidade indivisível.
A visão de mundo da física moderna é agora uma visão sistêmica. Tudo está ligado a tudo. Se você mergulhar profundamente no interior de si mesmo, estará atingindo a própria essência da espécie humana. Quando faz isso, será levado ao interior da profundidade geradora da consciência que é comum a toda a humanidade e que possui o todo da humanidade envolvida nele. A habilidade de os indivíduos serem sensíveis a isso se torna a chave para a mudança da humanidade. Estamos todos ligados. Se isso puder ser ensinado e as pessoas entenderem, teremos uma consciência diferente.
Se você tivesse um determinado numero de pessoas que realmente readquiram o domínio de si mesmas e consigam trabalhar juntas dessa forma, seria impressionante. Elas sobressairiam tanto que todos perceberiam que eram diferentes.
Existe uma dificuldade quando apenas uma pessoa muda – continuou Bohm - As pessoas chamam essa outra de santo ou místico, ou grande líder e dizem: Ele é diferente de mim. Nunca vou conseguir. O que existe de errado com as pessoas é que possuem esse bloqueio – sentem que não são capazes de fazer diferença e, portanto, nunca encaram a possibilidade, por que isso é perturbador, assustador demais.
Você precisa dar muita atenção à consciência. Essa é uma das coisas nas quais nossa sociedade é ignorante. Presume que a consciência não precisa de atenção. A consciência em si requer uma atenção muito alerta ou simplesmente destrói a si mesma. É um mecanismo muito delicado. Precisamos pensar com tudo o que temos. Precisamos pensar com nossos músculos. Precisamos pensar, como Einstein disse, com sentimentos em nossos músculos. Pensar com tudo. É assim num processo que também vai para fora e para dentro e torna a comunicação possível.
Ele mencionou o Principio de Mach: “O todo é necessário para o entendimento das partes, assim como as partes são necessárias para o entendimento do todo.”
O que descobri ao longo desta trajetória foi o que o físico nuclear Thomas Bearden vem chamando de energia escalar.
Esta energia foi descoberta por diversas pessoas ao longo da historia, tendo recebido diferentes nomenclaturas: Mesmer a chamou magnetismo animal, Reinchenbach a chamou de Odica, Reich a chamou Orgone, Hyeronimus a chamou de Eloptica, e tantos outros nomes que lhe foram atribuídos.
A energia escalar é a energia fundamental inerente a tudo o que existe. Ela está no nivel mais básico da matéria, assim como no espaço ou no vácuo.
O conhecimento desta energia permite entender porque fenômenos considerados “inexplicáveis” ou “ paranormais” tem uma razão para sua ocorrência. O que parece muitas vezes impossível, passa a ser possível e lógico.
O movimento de vortex é uma das manifestações da energia escalar como foram comprovados por Schauberger . Os estudos sobre magnetismo feitos por Davis e Rawls nos mostra que o magnetismo é outra forma desta manifestação. Os efeitos anti-gravitacionais observados por Thomas T. Brown nos levam a uma nova percepção do fenômeno da gravidade.
Nikola Tesla inventou uma tecnologia para transformar esta energia em energia elétrica, que poderia ser distribuída livremente em qualquer ponto do planeta. Infelizmente, sua proposta de evolução da humanidade foi barrada por J.P.Morgan um dos muitos monopolistas de Wall Street que impediram que o projeto de Wardencliff fosse concluído.
As modernas maquinas de ressonância magnética utilizam-se de tecnologias desenvolvidas por Tesla, que foi homenageado pela comunidade científica colocando seu nome como unidade de fluxo magnético do sistema internacional de unidades (SI).
Nikola Tesla, o inventor da tecnologia de corrente alternada que permitiu a difusão da energia elétrica em todo o mundo, sobrepujando a tecnologia de corrente contínua de Thomas Edison, morreu pobre e esquecido em 1943. Neste ano, a Suprema Corte Americana reconheceu que ele foi o verdadeiro inventor do radio e não Guglielmo Marconi, que recebeu o Premio Nobel por isto. Muitos livros-texto ainda persistem nesta informação incorreta aos estudantes.
Estamos vendo nosso planeta se deteriorando a cada dia. Existem as tecnologias para desenvolver equipamentos que não danificam nosso meio ambiente. Existem tecnologias para que tenhamos mais saude e menos doenças. Precisamos, como disse Bohm, juntar um grupo de pessoas que possuam o conhecimento e a disposição para tornar estas tecnologias de amplo uso pela sociedade.
21 de fev. de 2010
6. Novos Horizontes da Ciência.
A ciência nos ensinou que, contrariando toda a intuição que a evolução criou, coisas aparentemente sólidas como cristais e rochas são na verdade compostas quase totalmente de espaço vazio. A ilustração mais comum é a que representa o núcleo de um átomo como uma mosca no centro de um estádio de futebol. O próximo átomo está fora do estádio. A rocha mais dura, mais sólida, mais densa, "na verdade" é quase só um espaço vazio, interrompido apenas por partículas minúsculas tão longe umas das outras que nem deveriam contar. Então porque as rochas parecem tão sólidas e duras e impenetráveis?
Nosso cérebro evoluiu para ajudar nosso corpo a se virar no mundo na escala em que esse corpo funciona. Nunca evoluímos para navegar no mundo dos átomos. Se tivéssemos, talvez nosso cérebro percebesse as rochas como coisas cheias de espaços vazios. As rochas parecem duras e impenetráveis para nossas mãos porque nossas mãos não conseguem penetrá-las. O motivo pelo qual elas não podem penetrá-las não tem nada a ver com os tamanhos e as separações entre as partículas que constituem a matéria.Tem a ver, sim, com os campos de força associados a essas partículas tão distantes entre si na matéria "sólida". É útil para nosso cérebro construir noções como solidez e impenetrabilidade, porque essas noções ajudam-nos a navegar com nosso corpo por um mundo no qual os objetos - que chamamos sólidos - não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo.
Nosso cérebro não está equipado para imaginar como seria ser um neutrino que atravessa uma parede, nos vastos interstícios de que a parede "na verdade" consiste. Assim como nosso entendimento não consegue captar o que acontece quando coisas se movem à velocidade da luz. A intuição humana acha até mesmo difícil acreditar em Galileu quando ele nos diz que uma bala de canhão e uma pena, sem o atrito do ar, atingiriam o chão no mesmo instante se lançadas de uma torre inclinada.
"Na verdade" não é um termo que devemos usar com confiança. Se um neutrino tivesse um cérebro que houvesse evoluído em ancestrais do tamanho de neutrinos, ele diria que as rochas "na verdade" consistem em grande parte de espaços vazios. Temos um cérebro que evoluiu em ancestrais do tamanho médio, que não eram capazes de atravessar rochas, portanto nosso "na verdade" é um "na verdade" no qual as rochas são sólidas. "Na verdade", para um animal, é aquilo que seu cérebro precisa que seja, para ajudá-lo a sobreviver. E, como espécies diferentes vivem em mundos tão diferentes, haverá uma variedade perturbadora de "na verdade".
Nossos olhos enxergam o mundo através de uma fenda estreita no espectro eletromagnético. A luz visível é uma fresta de brilho no vasto espectro escuro, de ondas de radio, no espectro curto, aos raios gama, no espectro longo.

É difícil imaginar quão estreita ela é, e um desafio explicar. Imagine uma burca negra gigantesca, com uma fenda para a visão de aproximadamente 2,5 cm. A janelinha de 2,5 cm de luz visível é ridiculamente minúscula comparada aos quilômetros e quilômetros de tecido negro que representam a parte invisível do espectro, das ondas de radio na barra da saia aos raios gama do alto da cabeça. O que a ciência faz para nós é alargar a janela. Ela se abre tanto que a vestimenta aprisionante quase que se rasga totalmente, expondo os nossos sentidos a uma liberdade revigorante.
Somos cidadãos do Mundo Médio resultantes da evolução, e isso limita o que somos capazes de imaginar. A abertura estreita de nossa burca só permite, a menos que sejamos superdotados ou peculiarmente instruídos, que vejamos o Mundo Médio.
O que vemos do mundo real não é o mundo real intocado, mas um modelo do mundo real, regulado e ajustado por dados sensoriais - um modelo que é construído para que seja útil para lidar com o mundo real. A natureza desse modelo depende do tipo de animal que somos. Um animal que voa precisa de um modelo de mundo diferente do de um animal que anda, que escala ou que nada.
A metáfora do Mundo Médio - da faixa intermediária de fenômenos que a abertura estreita de nossa burca permite-nos enxergar - aplica-se a outras escalas. Em um extremo do espectro de improbabilidades estão aqueles acontecimentos que classificaríamos como impossíveis. A ciência abre à força a estreita fresta através da qual estamos acostumados a enxergar o espectro de possibilidades.
Numa extraordinária variedade de disciplinas cientificas, é exatamente isso o que está atualmente ocorrendo. Um numero cada vez maior de fenômenos anômalos está vindo à luz na cosmologia física, na física quântica, na biologia evolutiva e na biologia quântica, e no novo campo das pesquisas sobre a consciência. Eles criam incertezas crescentes e induzem os cientistas de mente aberta a olhar para além das fronteiras das teorias estabelecidas. Enquanto os investigadores conservadores insistem na suposição de que as únicas idéias que podem ser consideradas científicas são aquelas publicadas em periódicos científicos estabelecidos e reproduzidas em manuais-padrão, os pesquisadores de vanguarda procuram conceitos fundamentalmente novos, inclusive alguns que foram considerados inaceitáveis pelas suas disciplinas há apenas alguns anos.
Em um numero cada vez maior de disciplinas o mundo está se tornando progressivamente mais fabuloso. Ele é suprido com matéria escura, energia escura e espaços multidimensionais na cosmologia, com partículas que se encontram instantaneamente conectadas ao longo de todo o espaço-tempo em níveis mais profundos da realidade na física quântica, com matéria viva que exibe a coerência dos quanta na biologia, e com conexões transpessoais independentes do espaço e do tempo nas pesquisas sobre a consciência.
Nosso cérebro evoluiu para ajudar nosso corpo a se virar no mundo na escala em que esse corpo funciona. Nunca evoluímos para navegar no mundo dos átomos. Se tivéssemos, talvez nosso cérebro percebesse as rochas como coisas cheias de espaços vazios. As rochas parecem duras e impenetráveis para nossas mãos porque nossas mãos não conseguem penetrá-las. O motivo pelo qual elas não podem penetrá-las não tem nada a ver com os tamanhos e as separações entre as partículas que constituem a matéria.Tem a ver, sim, com os campos de força associados a essas partículas tão distantes entre si na matéria "sólida". É útil para nosso cérebro construir noções como solidez e impenetrabilidade, porque essas noções ajudam-nos a navegar com nosso corpo por um mundo no qual os objetos - que chamamos sólidos - não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo.
Nosso cérebro não está equipado para imaginar como seria ser um neutrino que atravessa uma parede, nos vastos interstícios de que a parede "na verdade" consiste. Assim como nosso entendimento não consegue captar o que acontece quando coisas se movem à velocidade da luz. A intuição humana acha até mesmo difícil acreditar em Galileu quando ele nos diz que uma bala de canhão e uma pena, sem o atrito do ar, atingiriam o chão no mesmo instante se lançadas de uma torre inclinada.
"Na verdade" não é um termo que devemos usar com confiança. Se um neutrino tivesse um cérebro que houvesse evoluído em ancestrais do tamanho de neutrinos, ele diria que as rochas "na verdade" consistem em grande parte de espaços vazios. Temos um cérebro que evoluiu em ancestrais do tamanho médio, que não eram capazes de atravessar rochas, portanto nosso "na verdade" é um "na verdade" no qual as rochas são sólidas. "Na verdade", para um animal, é aquilo que seu cérebro precisa que seja, para ajudá-lo a sobreviver. E, como espécies diferentes vivem em mundos tão diferentes, haverá uma variedade perturbadora de "na verdade".
Nossos olhos enxergam o mundo através de uma fenda estreita no espectro eletromagnético. A luz visível é uma fresta de brilho no vasto espectro escuro, de ondas de radio, no espectro curto, aos raios gama, no espectro longo.

É difícil imaginar quão estreita ela é, e um desafio explicar. Imagine uma burca negra gigantesca, com uma fenda para a visão de aproximadamente 2,5 cm. A janelinha de 2,5 cm de luz visível é ridiculamente minúscula comparada aos quilômetros e quilômetros de tecido negro que representam a parte invisível do espectro, das ondas de radio na barra da saia aos raios gama do alto da cabeça. O que a ciência faz para nós é alargar a janela. Ela se abre tanto que a vestimenta aprisionante quase que se rasga totalmente, expondo os nossos sentidos a uma liberdade revigorante.
Somos cidadãos do Mundo Médio resultantes da evolução, e isso limita o que somos capazes de imaginar. A abertura estreita de nossa burca só permite, a menos que sejamos superdotados ou peculiarmente instruídos, que vejamos o Mundo Médio.
O que vemos do mundo real não é o mundo real intocado, mas um modelo do mundo real, regulado e ajustado por dados sensoriais - um modelo que é construído para que seja útil para lidar com o mundo real. A natureza desse modelo depende do tipo de animal que somos. Um animal que voa precisa de um modelo de mundo diferente do de um animal que anda, que escala ou que nada.
A metáfora do Mundo Médio - da faixa intermediária de fenômenos que a abertura estreita de nossa burca permite-nos enxergar - aplica-se a outras escalas. Em um extremo do espectro de improbabilidades estão aqueles acontecimentos que classificaríamos como impossíveis. A ciência abre à força a estreita fresta através da qual estamos acostumados a enxergar o espectro de possibilidades.
Numa extraordinária variedade de disciplinas cientificas, é exatamente isso o que está atualmente ocorrendo. Um numero cada vez maior de fenômenos anômalos está vindo à luz na cosmologia física, na física quântica, na biologia evolutiva e na biologia quântica, e no novo campo das pesquisas sobre a consciência. Eles criam incertezas crescentes e induzem os cientistas de mente aberta a olhar para além das fronteiras das teorias estabelecidas. Enquanto os investigadores conservadores insistem na suposição de que as únicas idéias que podem ser consideradas científicas são aquelas publicadas em periódicos científicos estabelecidos e reproduzidas em manuais-padrão, os pesquisadores de vanguarda procuram conceitos fundamentalmente novos, inclusive alguns que foram considerados inaceitáveis pelas suas disciplinas há apenas alguns anos.
Em um numero cada vez maior de disciplinas o mundo está se tornando progressivamente mais fabuloso. Ele é suprido com matéria escura, energia escura e espaços multidimensionais na cosmologia, com partículas que se encontram instantaneamente conectadas ao longo de todo o espaço-tempo em níveis mais profundos da realidade na física quântica, com matéria viva que exibe a coerência dos quanta na biologia, e com conexões transpessoais independentes do espaço e do tempo nas pesquisas sobre a consciência.
5. Ressonância.
A Física Quântica nos trouxe muitas observações que não se coadunavam com os conhecimentos estabelecidos. Isto nos fez elaborar sobre as questões e formular novas teorias. Algumas destas se mostraram adequadas, outras não, e continuamos neste processo. Mas a despeito de tudo, alguns ensinamentos podemos considerar permanentes:
Existem 5 estados da matéria:
À medida que a temperatura diminui aumenta a concentração da matéria.
Einstein : E=m * c²
Planck : E= ђ * f
m * c² = ђ * f m = ђ/c² * f onde ђ é a constante de Planck e c é a velocidade da luz (constante).
Portanto a matéria é sempre igual a uma frequência (multiplicada por uma constante) , esteja em que estado estiver, dos 5 estados que já conhecemos.
Isto nos permite adentrar em um novo paradigma científico, onde tudo é energia e tudo pode ser transformado através de aumento ou diminuição da freqüência.
Ressonância.
Em física, ressonância é a tendência de um sistema a oscilar em máxima amplitude em certas freqüências, conhecido como 'freqüências ressonantes'. Nessas freqüências, até mesmo forças periódicas pequenas podem produzir vibrações de grande amplitude, pois o sistema armazena energia vibracional. Quando o amortecimento é pequeno, a freqüência de ressonância é aproximadamente igual a freqüência natural do sistema, o que é a freqüência de vibrações livres. O fenômeno da ressonância ocorre com todos os tipos de vibrações ou ondas; mecânicas (acústicas), eletromagnéticas, e funções de onda quântica. Sistemas ressonantes podem ser usados para gerar vibrações de uma freqüência específica, ou para obter freqüências específicas de uma vibração complexa contendo muitas freqüências.
A ressonância foi descoberta por Galileo Galilei quando começou suas pesquisas com pêndulos em 1602. A ressonância é semelhante ao eco.
Este fenômeno tem aplicações importantes em todas as áreas da ciência, sempre que há a possibilidade de troca de energia entre sistemas oscilantes.
A aplicação mais palpável é na área das telecomunicações, em que as ondas eletromagnéticas atuam como intermediárias na transmissão das informações do transmissor até o(s) receptor(es), constituindo-se o que se chama sinal.
Também se pode destacar a área da espectroscopia, em que a energia radiante incidente é absorvida, refletida ou ainda transmitida pela amostra, fornecendo como resultado um espectro que é a informação da energia absorvida em função do comprimento de onda (ou da freqüência) em forma de um gráfico.
5.1 Efeitos da Ressonância
Toda materia pode ser afetada pela sua freqüência de ressonância característica. Existem diversas aplicações nos mais variados campos do conhecimento. Damos a seguir alguns exemplos:
Efeitos sobre sistemas físicos.
A ponte de Tacoma Narrows foi inaugurada em 01 de julho de 1940 e destruída por ter entrado em ressonância com a freqüência do vento em 07 de novembro do mesmo ano.
http://www.youtube.com/watch?v=3mclp9QmCGs
Efeitos sobre sistemas biológicos
Nos anos 1930 Royal Raymond Rife descobriu que poderia matar bacterias, virus, fungos e outros parasitas através de ressonancia, fazendo com que suas estruturas se destruíssem. Anos mais tarde a Dra Hulda Clark desenvolveu um aparelho com o mesmo princípio a que denominou Zapper.
http://www.youtube.com/watch?v=kELJRX9WsiQ
Existem 5 estados da matéria:
Plasma >> Gás >> Líquido >> Sólido >> Condensado Bose- Einstein
À medida que a temperatura diminui aumenta a concentração da matéria.
Einstein : E=m * c²
Planck : E= ђ * f
m * c² = ђ * f m = ђ/c² * f onde ђ é a constante de Planck e c é a velocidade da luz (constante).
Portanto a matéria é sempre igual a uma frequência (multiplicada por uma constante) , esteja em que estado estiver, dos 5 estados que já conhecemos.
Isto nos permite adentrar em um novo paradigma científico, onde tudo é energia e tudo pode ser transformado através de aumento ou diminuição da freqüência.
Ressonância.
Em física, ressonância é a tendência de um sistema a oscilar em máxima amplitude em certas freqüências, conhecido como 'freqüências ressonantes'. Nessas freqüências, até mesmo forças periódicas pequenas podem produzir vibrações de grande amplitude, pois o sistema armazena energia vibracional. Quando o amortecimento é pequeno, a freqüência de ressonância é aproximadamente igual a freqüência natural do sistema, o que é a freqüência de vibrações livres. O fenômeno da ressonância ocorre com todos os tipos de vibrações ou ondas; mecânicas (acústicas), eletromagnéticas, e funções de onda quântica. Sistemas ressonantes podem ser usados para gerar vibrações de uma freqüência específica, ou para obter freqüências específicas de uma vibração complexa contendo muitas freqüências.
A ressonância foi descoberta por Galileo Galilei quando começou suas pesquisas com pêndulos em 1602. A ressonância é semelhante ao eco.
Este fenômeno tem aplicações importantes em todas as áreas da ciência, sempre que há a possibilidade de troca de energia entre sistemas oscilantes.
A aplicação mais palpável é na área das telecomunicações, em que as ondas eletromagnéticas atuam como intermediárias na transmissão das informações do transmissor até o(s) receptor(es), constituindo-se o que se chama sinal.
Também se pode destacar a área da espectroscopia, em que a energia radiante incidente é absorvida, refletida ou ainda transmitida pela amostra, fornecendo como resultado um espectro que é a informação da energia absorvida em função do comprimento de onda (ou da freqüência) em forma de um gráfico.
5.1 Efeitos da Ressonância
Toda materia pode ser afetada pela sua freqüência de ressonância característica. Existem diversas aplicações nos mais variados campos do conhecimento. Damos a seguir alguns exemplos:
Efeitos sobre sistemas físicos.
A ponte de Tacoma Narrows foi inaugurada em 01 de julho de 1940 e destruída por ter entrado em ressonância com a freqüência do vento em 07 de novembro do mesmo ano.
http://www.youtube.com/watch?v=3mclp9QmCGs
Efeitos sobre sistemas biológicos
Nos anos 1930 Royal Raymond Rife descobriu que poderia matar bacterias, virus, fungos e outros parasitas através de ressonancia, fazendo com que suas estruturas se destruíssem. Anos mais tarde a Dra Hulda Clark desenvolveu um aparelho com o mesmo princípio a que denominou Zapper.
http://www.youtube.com/watch?v=kELJRX9WsiQ
4. Novos estados da matéria.
Usualmente conhecemos três estados da matéria: Sólido, Líquido e Gasoso. Entretanto ao longo das pesquisas da física quântica foram descobertos e comprovados mais dois estados, e um está em pesquisa. Vamos agora conhecer estes estados:
4.1 Plasma - o 4º estado da matéria.
99% do Universo visível conhecido estão em estado de plasma, sendo que o 1% restante é constituído de todos os outros estados de agregação da matéria, dentre eles o sólido, líquido e gasoso.
Como exemplos do plasma, podemos citar:
• galáxias e nebulosas que contém gás e poeira cósmica interestelar, em estado eletrificado, ou ionizado;
• o vento solar ou fluido ionizado, constantemente ejetado pelo sol;
• plasmas gerados e confinados pelos Cinturões de Radiação de Van Allen, nas imediações do planeta Terra;
• a ionosfera terrestre, que possibilita as comunicações via rádio;
• as auroras Austral e Boreal, que são plasmas naturais e ocorrem nas altas latitudes da Terra, resultantes da luminescência visível resultante da excitação de átomos e moléculas da atmosfera, quando bombardeados por partículas carregadas expelidas do Sol e defletidas pelo campo geomagnético;
• as lâmpadas fluorescentes;
• as descargas atmosféricas (raios), que não passam de descargas elétricas de alta corrente (dezenas a centenas de quiloamperes) que ocorrem na atmosfera com uma extensão usual de alguns quilômetros.
Os plasmas são gerados principalmente através de vários processos de ionização. Quando aquecemos um gás ou o atingimos com descargas elétricas, as colisões entre os elétrons e os átomos neutros podem gerar este estado ionizado.
Atualmente, no entanto, a ionização também se concretiza por outros métodos, de natureza radiativa. Na fotoionização, a ionização ocorre pela interação entre fótons e os átomos de um gás, ou seja, o átomo absorve energia através de ondas eletromagnéticas, como a radiação ultravioleta ou infravermelha.
A eficiência na fotoionização está relacionada com a secção de choque do átomo e também ao comprimento de onda da radiação luminosa incidente (quanto menor o comprimento, maior a energia).
Dentre as características do plasma, a mais importante é a tendência que esse estado tem de permanecer eletricamente neutro, equilibrando sua carga elétrica negativa e positiva em cada porção de volume de matéria. Caso ocorra um desequilíbrio entre as densidades de cargas, estas dão lugar a forças eletrostáticas que, pela alta condutividade elétrica, atuam rapidamente de modo a restaurar o estado inicial de neutralidade.
O plasma emite luz sempre que entra em contato com alguma excitação elétrica e campos magnéticos. As auroras polares são um exemplo típico deste fenômeno. Também pode ser vista nas descargas atmosféricas da ionosfera.
A área geral do estudo de Plasma, onde as interações dos gases ionizados com campos elétricos são dependentes do tempo, denomina-se dinâmica do plasma
Irving Langmuir , premio Nobel de Quimica em 1932, foi quem introduziu pela primeira vez o termo plasma..
Esta mudança de estado físico acontece da seguinte forma: ao transferirmos energia em nível atômico (calor, por exemplo) a um corpo de massa sólida, este aumenta sua temperatura até o ponto de fusão, tornando sua massa líquida; se transferirmos ainda mais energia, este atingirá a temperatura de ebulição e sua massa tornar-se-á gasosa, ainda se aumentarmos a energia transferida ao gás a altíssimas temperaturas, obteremos o plasma. Sendo assim, se colocarmos os estados físicos da matéria em ordem crescente, conforme a quantidade de energia que possui, teremos:
O plasma sustenta uma ampla variedade de ondas dos mais diversos tipos, como ondas eletromagnéticas e ondas eletrostáticas, por exemplo. Os diversos modos de oscilação possíveis em um plasma compreendem ondas eletrostáticas, eletromagnéticas e magnetohidrodinâmicas, associadas a variações de pressão e densidade em plasmas magnetizados.
4.2 Condensado Bose Einstein - O 5º estado da matéria.
O Condensado de Bose-Einstein é uma fase da matéria formada por partículas (bosons) a uma temperatura muito próxima do zero absoluto ( 0ºK = -273ºC) . Nestas condições, uma grande fração de átomos atinge o mais baixo estado quântico, e nestas condições os efeitos quânticos podem ser observados à escala macroscópica. A existência deste estado da matéria como consequência da mecânica quântica foi inicialmente prevista por Albert Einstein em 1925, no seguimento do trabalho efectuado por Satyendra Nath Bose ( daí o nome boson para a partícula). O primeiro condensado deste tipo foi produzido setenta anos mais tarde por Eric Cornell e Carl Wieman em 1995, na Universidade de Colorado em Boulder, usando um gás de átomos de rubídio arrefecido a 170 nanokelvins (nK) (= 0,000000170ºK)
Tão importante quanto esta conquista foram as estrategias laboratoriais da metodologia aplicada. Para conseguir atingir esta temperatura, os cientistas usaram um sistema de bombardeio dos átomos com luz laser, coerente e monofrequencial, que é um fluxo de fótons. Uma analogia macroscopica desta técnica, seria comparar um átomo a uma bola de boliche e os fótons da luz laser a bolas de ping-pong. Da mesma forma que você pode empurrar uma bola de boliche se você colocar um fluxo adequado de bolinhas de ping-pong sobre ela, você pode empurrar átomos com um fluxo de luz laser sobre eles.
Quando os fótons estão impactando o átomo, o elétron no átomo está absorvendo o fóton e saltando para um nível superior, e então ele rapidamente salta de volta e libera o fóton de volta. Cada tipo de átomo responde unicamente a uma cor exata. Uma boa parcela da dificuldade em fazer o trabalho de resfriamento a laser foi ter a quantidade de luz na cor exata. Para isto foi preciso lasers para os quais se pudesse ajustar a cor de forma muito precisa para adequar a cor que o átomo queria. Se a cor estava errada os fótons passavam direto através dos átomos, e era difícil achar a cor certa. Apenas as vibrações do chão de um edifício comum faziam a cor do laser mudar tanto que ela não se ajustava mais aos átomos de forma alguma. Os cientistas tiveram que trabalhar duro para fazer a luz laser ficar na cor adequada.
Desta tecnica surge uma pergunta: Como o frio é frio? Quando um objeto está quente, os átomos dentro dele estão se movendo rapidamente em direções aleatórias, e quando está frio, elas estão se movendo lentamente. Nosso corpo interpreta aquele movimento atômico aleatório no que nós sentimos como quente e frio, e um termômetro interpreta aquele movimento atômico como um certo número de graus. Em um grupo de átomos existe sempre uma gama completa de velocidades, mas enquanto a velocidade de um átomo muda, a media de todos eles não muda. Veja que a cada momento que um átomo desacelera, tem outro que acelera. Portanto a temperatura realmente descreve uma gama de velocidades de um grupo de átomos juntos.
Portanto a temperatura reflete o nível de atividade atômica.
A temperaturas muito baixas, uma grande porção de átomos subitamente cairiam no mais baixo nível de energia. Os átomos que se empilhariam no fundo é o que chamamos condensado Bose-Einstein(BE). “O que isto realmente significa” é uma pergunta que Einstein provavelmente faria, mas não fez. Ele não percebeu quão estranho um material poderia ser com todos os seus átomos em um nível como este. Isto significa que todos os átomos são absolutamente idênticos. Não existe nenhuma medição que possa diferenciá-los. A muito baixas temperaturas, a maior parte dos átomos esta no mesmo nível quântico.
Para fazer a experiência os cientistas tiveram que enfrentar diversas dificuldades. Para "aprisionar" os atomos eles tiveram que construir uma "armadilha magnética", no fundo da qual ficariam aos átomos que formariam o condensado BE .
Como se parece um condensado Bose-Einstein?
Ele parece com um pequeno torrão denso no fundo da armadilha magnética. Quando se forma o condensado ele ainda está envolvido pelos gases normais dos átomos, assim ele parece com um caroço dentro de uma cereja.
4.3 O sexto estado da matéria ?
Esta nova descoberta complementa a descoberta do condensado de Bose-Einstein, que é feitos de bósons, uma classe formada por partículas que são essencialmente gregárias: ao invés de se moverem sozinhas, elas adotam o movimento de suas vizinhas.
Ao contrário dos bósons, os férmions - a outra metade da família de partículas e blocos básicos com os quais a matéria é construída - são essencialmente solitários. Por definição, nenhum férmion poderá estar exatamente no mesmo estado quântico que outro férmion. Conseqüentemente, para um físico, mesmo o termo "condensado fermiônico" é um paradoxo.
Por décadas, os físicos vêm propondo que a supercondutividade (que envolve férmions) e o condensado de Bose-Einstein estão intimamente relacionados. Eles propõem que o condensado de Bose-Einstein e a supercondutividade seriam dois extremos de um mesmo comportamento superfluídico, um estado incomum no qual a matéria não apresenta resistência ao fluxo. O hélio líquido superfluídico, por exemplo, quando colocado no centro de um compartimento aberto irá espontaneamente fluir para os dois lados do compartimento.
A temperatura na qual os metais e ligas se tornam supercondutores depende da intensidade da "interação emparelhada" entre seus elétrons. A temperatura mais alta que se conhece, e ainda há discussões a respeito, na qual ainda ocorre a supercondutividade é de -135º C.
Na experiência que os cientistas da JILA sob a coordenação da Dra Debora Jin agora fizeram, um gás com 500.000 átomos de potássio foi resfriado até 50 bilionésimos de grau acima do zero absoluto e então submetido a um campo magnético. Esse campo magnético fez com que os férmions se juntassem em pares, de forma semelhante aos pares de elétrons que produzem a supercondutividade, o fenômeno no qual a eletricidade flui sem resistência. A equipe da Dra. Jin detectou o emparelhamento e verificou a formação do condensado fermiônico pela primeira vez no dia 16 de dezembro de 2003.
São mencionados seis estados da matéria: sólido, líquido, gasoso, plasmático, BEC e condensado fermiônico. Os físicos debatem esse total. Seria possível acrescentar diversos outros estados, como os cristais líquidos, os vidros, os ferromagnetos, os paramagnetos e outros, à lista. Será que os condensados fermiônicos integram mesmo a lista dos estados da matéria? Ou seriam apenas uma subdivisão menos importante, como os cristais líquidos? A pergunta será respondida à medida que os pesquisadores aprenderem mais sobre as propriedades dos férmions coalescentes.
4.1 Plasma - o 4º estado da matéria.
99% do Universo visível conhecido estão em estado de plasma, sendo que o 1% restante é constituído de todos os outros estados de agregação da matéria, dentre eles o sólido, líquido e gasoso.
Como exemplos do plasma, podemos citar:
• galáxias e nebulosas que contém gás e poeira cósmica interestelar, em estado eletrificado, ou ionizado;
• o vento solar ou fluido ionizado, constantemente ejetado pelo sol;
• plasmas gerados e confinados pelos Cinturões de Radiação de Van Allen, nas imediações do planeta Terra;
• a ionosfera terrestre, que possibilita as comunicações via rádio;
• as auroras Austral e Boreal, que são plasmas naturais e ocorrem nas altas latitudes da Terra, resultantes da luminescência visível resultante da excitação de átomos e moléculas da atmosfera, quando bombardeados por partículas carregadas expelidas do Sol e defletidas pelo campo geomagnético;
• as lâmpadas fluorescentes;
• as descargas atmosféricas (raios), que não passam de descargas elétricas de alta corrente (dezenas a centenas de quiloamperes) que ocorrem na atmosfera com uma extensão usual de alguns quilômetros.
Os plasmas são gerados principalmente através de vários processos de ionização. Quando aquecemos um gás ou o atingimos com descargas elétricas, as colisões entre os elétrons e os átomos neutros podem gerar este estado ionizado.
Atualmente, no entanto, a ionização também se concretiza por outros métodos, de natureza radiativa. Na fotoionização, a ionização ocorre pela interação entre fótons e os átomos de um gás, ou seja, o átomo absorve energia através de ondas eletromagnéticas, como a radiação ultravioleta ou infravermelha.
A eficiência na fotoionização está relacionada com a secção de choque do átomo e também ao comprimento de onda da radiação luminosa incidente (quanto menor o comprimento, maior a energia).
Dentre as características do plasma, a mais importante é a tendência que esse estado tem de permanecer eletricamente neutro, equilibrando sua carga elétrica negativa e positiva em cada porção de volume de matéria. Caso ocorra um desequilíbrio entre as densidades de cargas, estas dão lugar a forças eletrostáticas que, pela alta condutividade elétrica, atuam rapidamente de modo a restaurar o estado inicial de neutralidade.
O plasma emite luz sempre que entra em contato com alguma excitação elétrica e campos magnéticos. As auroras polares são um exemplo típico deste fenômeno. Também pode ser vista nas descargas atmosféricas da ionosfera.
A área geral do estudo de Plasma, onde as interações dos gases ionizados com campos elétricos são dependentes do tempo, denomina-se dinâmica do plasma
Irving Langmuir , premio Nobel de Quimica em 1932, foi quem introduziu pela primeira vez o termo plasma..
Esta mudança de estado físico acontece da seguinte forma: ao transferirmos energia em nível atômico (calor, por exemplo) a um corpo de massa sólida, este aumenta sua temperatura até o ponto de fusão, tornando sua massa líquida; se transferirmos ainda mais energia, este atingirá a temperatura de ebulição e sua massa tornar-se-á gasosa, ainda se aumentarmos a energia transferida ao gás a altíssimas temperaturas, obteremos o plasma. Sendo assim, se colocarmos os estados físicos da matéria em ordem crescente, conforme a quantidade de energia que possui, teremos:
Sólido<< Líquido << Gasoso<< Plasma
O plasma sustenta uma ampla variedade de ondas dos mais diversos tipos, como ondas eletromagnéticas e ondas eletrostáticas, por exemplo. Os diversos modos de oscilação possíveis em um plasma compreendem ondas eletrostáticas, eletromagnéticas e magnetohidrodinâmicas, associadas a variações de pressão e densidade em plasmas magnetizados.
4.2 Condensado Bose Einstein - O 5º estado da matéria.
O Condensado de Bose-Einstein é uma fase da matéria formada por partículas (bosons) a uma temperatura muito próxima do zero absoluto ( 0ºK = -273ºC) . Nestas condições, uma grande fração de átomos atinge o mais baixo estado quântico, e nestas condições os efeitos quânticos podem ser observados à escala macroscópica. A existência deste estado da matéria como consequência da mecânica quântica foi inicialmente prevista por Albert Einstein em 1925, no seguimento do trabalho efectuado por Satyendra Nath Bose ( daí o nome boson para a partícula). O primeiro condensado deste tipo foi produzido setenta anos mais tarde por Eric Cornell e Carl Wieman em 1995, na Universidade de Colorado em Boulder, usando um gás de átomos de rubídio arrefecido a 170 nanokelvins (nK) (= 0,000000170ºK)
Tão importante quanto esta conquista foram as estrategias laboratoriais da metodologia aplicada. Para conseguir atingir esta temperatura, os cientistas usaram um sistema de bombardeio dos átomos com luz laser, coerente e monofrequencial, que é um fluxo de fótons. Uma analogia macroscopica desta técnica, seria comparar um átomo a uma bola de boliche e os fótons da luz laser a bolas de ping-pong. Da mesma forma que você pode empurrar uma bola de boliche se você colocar um fluxo adequado de bolinhas de ping-pong sobre ela, você pode empurrar átomos com um fluxo de luz laser sobre eles.
Quando os fótons estão impactando o átomo, o elétron no átomo está absorvendo o fóton e saltando para um nível superior, e então ele rapidamente salta de volta e libera o fóton de volta. Cada tipo de átomo responde unicamente a uma cor exata. Uma boa parcela da dificuldade em fazer o trabalho de resfriamento a laser foi ter a quantidade de luz na cor exata. Para isto foi preciso lasers para os quais se pudesse ajustar a cor de forma muito precisa para adequar a cor que o átomo queria. Se a cor estava errada os fótons passavam direto através dos átomos, e era difícil achar a cor certa. Apenas as vibrações do chão de um edifício comum faziam a cor do laser mudar tanto que ela não se ajustava mais aos átomos de forma alguma. Os cientistas tiveram que trabalhar duro para fazer a luz laser ficar na cor adequada.
Desta tecnica surge uma pergunta: Como o frio é frio? Quando um objeto está quente, os átomos dentro dele estão se movendo rapidamente em direções aleatórias, e quando está frio, elas estão se movendo lentamente. Nosso corpo interpreta aquele movimento atômico aleatório no que nós sentimos como quente e frio, e um termômetro interpreta aquele movimento atômico como um certo número de graus. Em um grupo de átomos existe sempre uma gama completa de velocidades, mas enquanto a velocidade de um átomo muda, a media de todos eles não muda. Veja que a cada momento que um átomo desacelera, tem outro que acelera. Portanto a temperatura realmente descreve uma gama de velocidades de um grupo de átomos juntos.
Portanto a temperatura reflete o nível de atividade atômica.
A temperaturas muito baixas, uma grande porção de átomos subitamente cairiam no mais baixo nível de energia. Os átomos que se empilhariam no fundo é o que chamamos condensado Bose-Einstein(BE). “O que isto realmente significa” é uma pergunta que Einstein provavelmente faria, mas não fez. Ele não percebeu quão estranho um material poderia ser com todos os seus átomos em um nível como este. Isto significa que todos os átomos são absolutamente idênticos. Não existe nenhuma medição que possa diferenciá-los. A muito baixas temperaturas, a maior parte dos átomos esta no mesmo nível quântico.
Para fazer a experiência os cientistas tiveram que enfrentar diversas dificuldades. Para "aprisionar" os atomos eles tiveram que construir uma "armadilha magnética", no fundo da qual ficariam aos átomos que formariam o condensado BE .
Como se parece um condensado Bose-Einstein?
Ele parece com um pequeno torrão denso no fundo da armadilha magnética. Quando se forma o condensado ele ainda está envolvido pelos gases normais dos átomos, assim ele parece com um caroço dentro de uma cereja.
4.3 O sexto estado da matéria ?
Esta nova descoberta complementa a descoberta do condensado de Bose-Einstein, que é feitos de bósons, uma classe formada por partículas que são essencialmente gregárias: ao invés de se moverem sozinhas, elas adotam o movimento de suas vizinhas.
Ao contrário dos bósons, os férmions - a outra metade da família de partículas e blocos básicos com os quais a matéria é construída - são essencialmente solitários. Por definição, nenhum férmion poderá estar exatamente no mesmo estado quântico que outro férmion. Conseqüentemente, para um físico, mesmo o termo "condensado fermiônico" é um paradoxo.
Por décadas, os físicos vêm propondo que a supercondutividade (que envolve férmions) e o condensado de Bose-Einstein estão intimamente relacionados. Eles propõem que o condensado de Bose-Einstein e a supercondutividade seriam dois extremos de um mesmo comportamento superfluídico, um estado incomum no qual a matéria não apresenta resistência ao fluxo. O hélio líquido superfluídico, por exemplo, quando colocado no centro de um compartimento aberto irá espontaneamente fluir para os dois lados do compartimento.
A temperatura na qual os metais e ligas se tornam supercondutores depende da intensidade da "interação emparelhada" entre seus elétrons. A temperatura mais alta que se conhece, e ainda há discussões a respeito, na qual ainda ocorre a supercondutividade é de -135º C.
Na experiência que os cientistas da JILA sob a coordenação da Dra Debora Jin agora fizeram, um gás com 500.000 átomos de potássio foi resfriado até 50 bilionésimos de grau acima do zero absoluto e então submetido a um campo magnético. Esse campo magnético fez com que os férmions se juntassem em pares, de forma semelhante aos pares de elétrons que produzem a supercondutividade, o fenômeno no qual a eletricidade flui sem resistência. A equipe da Dra. Jin detectou o emparelhamento e verificou a formação do condensado fermiônico pela primeira vez no dia 16 de dezembro de 2003.
São mencionados seis estados da matéria: sólido, líquido, gasoso, plasmático, BEC e condensado fermiônico. Os físicos debatem esse total. Seria possível acrescentar diversos outros estados, como os cristais líquidos, os vidros, os ferromagnetos, os paramagnetos e outros, à lista. Será que os condensados fermiônicos integram mesmo a lista dos estados da matéria? Ou seriam apenas uma subdivisão menos importante, como os cristais líquidos? A pergunta será respondida à medida que os pesquisadores aprenderem mais sobre as propriedades dos férmions coalescentes.
3 : Além da Velocidade da Luz.
3.1 Teorema de Bell
Uma das coisas estranhas no mundo da física quântica é que, para duas partículas, parece que algo que acontece para uma delas pode se propagar instantaneamente para a outra. Ou seja, a teoria quântica parece funcionar de maneira “não-local”.
O teorema de Bell diz que existe não-localidade na natureza. Mas será que a realidade mesma é não-local, ou essa não-localidade é algo que aparece só na teoria? Um dos primeiros a pensar profundamente nisso foi Einstein, em 1935, juntamente com Podolsky e Rosen. Estes foram os criadores do Paradoxo EPR (Einstein -Podolsky-Rosen).
Outro que pensou nesses assuntos, em 1952, foi o físico David Bohm, que criou uma versão da teoria quântica que fala de uma realidade na qual uma causa pode se propagar instantaneamente. É uma teoria na qual a realidade é não-local!
A teoria de Bohm pode ser chamada de “realista”, pois ela fala que existe uma realidade física, com “variáveis ocultas”, que ninguém jamais pode observar diretamente. A idéia de Bell era de que talvez toda teoria física realista, que queira prever tudo o que a Física Quântica preveja, tenha que ser não-local, como a teoria de Bohm. O grande mérito de Bell foi ter feito a pergunta certa: será que toda teoria quântica realista tem que ser não-local? Feita a pergunta, não demorou muito para ele conseguir demonstrar a resposta: sim! Nascia assim o famoso “teorema de Bell”.
Este teorema diz o seguinte: há uma certa grandeza cujo valor, para qualquer teoria quântica realista local, é sempre menor ou igual ao número 2 (trata-se portanto de uma desigualdade). Já para a teoria quântica usual este valor pode ser maior do que 2. A teoria do Bohm é realista não-local, então o valor pode ser maior do que 2.
A maioria dos físicos da época interpretava a Teoria Quântica de maneira “não realista”, então, para eles, o valor também poderia ser maior do que 2.
Isso foi em 1964. Demoraram vários anos para os outros físicos entenderem o que Bell quis dizer. Na década de 1970, eles fizeram uns experimentos e confirmaram que o valor da grandeza mencionada poderia ser maior do que 2, ao contrário do que previam as teorias realistas locais.
Na realidade, o teorema de Bell consiste em uma classe de desigualdades, uma das quais foi demonstrada por John Bell, que no meado dos anos 60 examinou criticamente a proposta apresentada por von Neumann da não-existência de variáveis ocultas.
Bell mostrou que a hipótese do realismo local, ou seja,
1)que uma partícula possui valores definitivos que não dependem do processo de observação e
2)que a velocidade de propagação dos efeitos físicos é finita,
não é compatível com a mecânica quântica.
O teorema de Bell ofereceu uma forma de quantificar alguns conceitos associados com o paradoxo EPR e permitiu por fim aos testes experimentais de rede quântica versus realismo local.
O teorema de Bell foi comprovado pela primeira vez em 1972 por John Clauser, de Berkeley.
3.2 Alain Aspect
Em 1982 uma equipe de pesquisa liderada pelo físico francês Alain Aspect, realizou o crucial experimento do "teste de Bell", e descobriu que sob certas circunstâncias, partículas subatômicas como os elétrons são capazes de instantaneamente se comunicar uns com os outros não importando a distância entre eles. Podem ser 5 metros ou 5 bilhões de metros. De alguma forma uma partícula sempre sabe o que a outra está fazendo.
O problema com esta descoberta é que ela coloca em questão a afirmação de Einstein que nenhuma comunicação pode viajar mais rápido do que a velocidade da luz. E como viajar mais rápido que a velocidade da luz é o objetivo máximo para quebrar a barreira do tempo, este fato estonteante tem feito com que muitos físicos tentem vir com maneiras elaboradas para descartar os achados de Aspect.
O físico da Universidade de Londres, David Bohm, acredita que as descobertas de Aspect implicam em que a realidade objetiva não existe, que a despeito da aparente solidez o universo está no coração de um holograma fantástico, gigantesco e extremamente detalhado.
Em termos mais simples, a experiência fornece fortes evidências de que um evento quântico em um local pode afetar um evento em outro local, sem nenhum mecanismo óbvio para a comunicação entre os dois locais.
Uma das coisas estranhas no mundo da física quântica é que, para duas partículas, parece que algo que acontece para uma delas pode se propagar instantaneamente para a outra. Ou seja, a teoria quântica parece funcionar de maneira “não-local”.
O teorema de Bell diz que existe não-localidade na natureza. Mas será que a realidade mesma é não-local, ou essa não-localidade é algo que aparece só na teoria? Um dos primeiros a pensar profundamente nisso foi Einstein, em 1935, juntamente com Podolsky e Rosen. Estes foram os criadores do Paradoxo EPR (Einstein -Podolsky-Rosen).
Outro que pensou nesses assuntos, em 1952, foi o físico David Bohm, que criou uma versão da teoria quântica que fala de uma realidade na qual uma causa pode se propagar instantaneamente. É uma teoria na qual a realidade é não-local!
A teoria de Bohm pode ser chamada de “realista”, pois ela fala que existe uma realidade física, com “variáveis ocultas”, que ninguém jamais pode observar diretamente. A idéia de Bell era de que talvez toda teoria física realista, que queira prever tudo o que a Física Quântica preveja, tenha que ser não-local, como a teoria de Bohm. O grande mérito de Bell foi ter feito a pergunta certa: será que toda teoria quântica realista tem que ser não-local? Feita a pergunta, não demorou muito para ele conseguir demonstrar a resposta: sim! Nascia assim o famoso “teorema de Bell”.
Este teorema diz o seguinte: há uma certa grandeza cujo valor, para qualquer teoria quântica realista local, é sempre menor ou igual ao número 2 (trata-se portanto de uma desigualdade). Já para a teoria quântica usual este valor pode ser maior do que 2. A teoria do Bohm é realista não-local, então o valor pode ser maior do que 2.
A maioria dos físicos da época interpretava a Teoria Quântica de maneira “não realista”, então, para eles, o valor também poderia ser maior do que 2.
Isso foi em 1964. Demoraram vários anos para os outros físicos entenderem o que Bell quis dizer. Na década de 1970, eles fizeram uns experimentos e confirmaram que o valor da grandeza mencionada poderia ser maior do que 2, ao contrário do que previam as teorias realistas locais.
Na realidade, o teorema de Bell consiste em uma classe de desigualdades, uma das quais foi demonstrada por John Bell, que no meado dos anos 60 examinou criticamente a proposta apresentada por von Neumann da não-existência de variáveis ocultas.
Bell mostrou que a hipótese do realismo local, ou seja,
1)que uma partícula possui valores definitivos que não dependem do processo de observação e
2)que a velocidade de propagação dos efeitos físicos é finita,
não é compatível com a mecânica quântica.
O teorema de Bell ofereceu uma forma de quantificar alguns conceitos associados com o paradoxo EPR e permitiu por fim aos testes experimentais de rede quântica versus realismo local.
O teorema de Bell foi comprovado pela primeira vez em 1972 por John Clauser, de Berkeley.
3.2 Alain Aspect
Em 1982 uma equipe de pesquisa liderada pelo físico francês Alain Aspect, realizou o crucial experimento do "teste de Bell", e descobriu que sob certas circunstâncias, partículas subatômicas como os elétrons são capazes de instantaneamente se comunicar uns com os outros não importando a distância entre eles. Podem ser 5 metros ou 5 bilhões de metros. De alguma forma uma partícula sempre sabe o que a outra está fazendo.
O problema com esta descoberta é que ela coloca em questão a afirmação de Einstein que nenhuma comunicação pode viajar mais rápido do que a velocidade da luz. E como viajar mais rápido que a velocidade da luz é o objetivo máximo para quebrar a barreira do tempo, este fato estonteante tem feito com que muitos físicos tentem vir com maneiras elaboradas para descartar os achados de Aspect.
O físico da Universidade de Londres, David Bohm, acredita que as descobertas de Aspect implicam em que a realidade objetiva não existe, que a despeito da aparente solidez o universo está no coração de um holograma fantástico, gigantesco e extremamente detalhado.
Em termos mais simples, a experiência fornece fortes evidências de que um evento quântico em um local pode afetar um evento em outro local, sem nenhum mecanismo óbvio para a comunicação entre os dois locais.
2. Princípios da Física Quântica
Existe muita discussão a respeito da Física Quântica, pois ela não é determinista e muitas vezes conflita com a nossa lógica baseada em tempo e espaço. As experiências quânticas apresentam inúmeros desafios ao entendimento do que se observa e desta forma diferentes interpretações e teorias surgem, e por vezes se revelam incompletas, sendo abandonadas. A pesquisa no mundo quântico ainda é uma grande incerteza e sabe-se que a teoria quântica é um punhado de equações úteis e que insistem em funcionar. Ainda não se sabe bem porque, mas funcionam. Vamos então continuar utilizando-as. Nada mais do que isso. Mas a matemática não foi feita para atrapalhar a física nem vice-versa.
Podemos entender com mais facilidade sobre os princípios da Física Quântica vendo a serie de 7 vídeos a seguir:
Universo Elegante - O Sonho de Einstein (7 vídeos)
1- http://www.youtube.com/watch?v=uEbzBQHTxRk&feature=related
2- http://www.youtube.com/watch?v=nSJyt1vqIMk&feature=related
3- http://www.youtube.com/watch?v=foJy1wOjQKc&feature=related
4- http://www.youtube.com/watch?v=DQuPptWE9nM&feature=related
5- http://www.youtube.com/watch?v=VJZYrVfsTWw&feature=related
6- http://www.youtube.com/watch?v=JuTR822hiPs&feature=related
7- http://www.youtube.com/watch?v=_qOffdDJnbo&feature=related
Como pôde ser visto nos videos, não existe uma certeza absoluta sobre como o mundo microcósmico e o macrocósmico funcionam. Existe uma grande incerteza e uma permanente busca por resposta a estas questões. Assim, também existem muitas teorias e interpretações sobre o que se julga ser a realidade... ou realidades?
2.1 Interpretações da Mecânica Quântica.
Uma interpretação da mecânica quântica é uma tentativa de responder à questão: Sobre o que trata exatamente a mecânica quântica? A questão têm as suas raízes históricas na proporia natureza da mecânica quântica, que desde o princípio foi considerada como uma teoria radicalmente diferente das teorias físicas precedentes. Porém, a mecânica quântica têm sido descrita como a teoria "mais comprovada e de maior sucesso na história da ciência".
Mecânica quântica, como uma teoria científica, tem sido muito bem sucedida em prever resultados experimentais. Isto significa, primeiro, que há uma correspondência bem definida entre os elementos do formalismo (matemático, abstrato) e os procedimentos experimentais e, em segundo lugar, que os resultados obtidos neste experimentos estão em extremo acordo com o formalismo. Além disso, as questões básicas sobre o que significa a mecânica quântica são ainda uma proposta em si mesmas e requerem algumas explicações.
O entendimento da estrutura matemática da teoria trilhou vários estágios preliminares de desenvolvimento. Por exemplo, Schrödinger de início não entendeu a natureza probabilística da função de onda associada ao elétron. Foi Max Born que propôs uma interpretação de uma distribuição de probabilidade no espaço para a posição do elétron. Outros cientistas de destaque, tais como Albert Einstein, tiveram grande dificuldade em concordar com a teoria. Mesmo se estes pontos forem tratados como problemas menores, eles têm grande importância para atividades de interpretação.
Disto não se deve, porém, presumir que a maioria dos físicos considere que a mecânica quântica necessite de uma interpretação, além das mínimas fornecidas pela interpretação instrumentalista, as quais serão apresentadas abaixo.
2.2 Comparação entre as interpretações
Até este momento, não há evidência experimental que nos permita distinguir entre as várias interpretações listadas abaixo. Para que possa evoluir, a teoria física deve ser sustentável e consistente com ela mesmo e com a realidade; problemas surgem somente quando tentamos "interpretá-la". Entretanto, existem atividades de pesquisa sendo feita no sentido de realizar testes experimentais que poderiam diferenciar entre a várias interpretações.
Algumas das interpretações mais importantes foram sumarizadas aqui:
Cada interpretação tem muitas variações. Este assunto é complexo, e não vamos aprofundar o tema neste estudo. O importante é que se perceba que ainda há muitas indefinições quanto a teoria quântica, apesar das evidências experimentais observadas.
Podemos entender com mais facilidade sobre os princípios da Física Quântica vendo a serie de 7 vídeos a seguir:
Universo Elegante - O Sonho de Einstein (7 vídeos)
1- http://www.youtube.com/watch?v=uEbzBQHTxRk&feature=related
2- http://www.youtube.com/watch?v=nSJyt1vqIMk&feature=related
3- http://www.youtube.com/watch?v=foJy1wOjQKc&feature=related
4- http://www.youtube.com/watch?v=DQuPptWE9nM&feature=related
5- http://www.youtube.com/watch?v=VJZYrVfsTWw&feature=related
6- http://www.youtube.com/watch?v=JuTR822hiPs&feature=related
7- http://www.youtube.com/watch?v=_qOffdDJnbo&feature=related
Como pôde ser visto nos videos, não existe uma certeza absoluta sobre como o mundo microcósmico e o macrocósmico funcionam. Existe uma grande incerteza e uma permanente busca por resposta a estas questões. Assim, também existem muitas teorias e interpretações sobre o que se julga ser a realidade... ou realidades?
2.1 Interpretações da Mecânica Quântica.
Uma interpretação da mecânica quântica é uma tentativa de responder à questão: Sobre o que trata exatamente a mecânica quântica? A questão têm as suas raízes históricas na proporia natureza da mecânica quântica, que desde o princípio foi considerada como uma teoria radicalmente diferente das teorias físicas precedentes. Porém, a mecânica quântica têm sido descrita como a teoria "mais comprovada e de maior sucesso na história da ciência".
Mecânica quântica, como uma teoria científica, tem sido muito bem sucedida em prever resultados experimentais. Isto significa, primeiro, que há uma correspondência bem definida entre os elementos do formalismo (matemático, abstrato) e os procedimentos experimentais e, em segundo lugar, que os resultados obtidos neste experimentos estão em extremo acordo com o formalismo. Além disso, as questões básicas sobre o que significa a mecânica quântica são ainda uma proposta em si mesmas e requerem algumas explicações.
O entendimento da estrutura matemática da teoria trilhou vários estágios preliminares de desenvolvimento. Por exemplo, Schrödinger de início não entendeu a natureza probabilística da função de onda associada ao elétron. Foi Max Born que propôs uma interpretação de uma distribuição de probabilidade no espaço para a posição do elétron. Outros cientistas de destaque, tais como Albert Einstein, tiveram grande dificuldade em concordar com a teoria. Mesmo se estes pontos forem tratados como problemas menores, eles têm grande importância para atividades de interpretação.
Disto não se deve, porém, presumir que a maioria dos físicos considere que a mecânica quântica necessite de uma interpretação, além das mínimas fornecidas pela interpretação instrumentalista, as quais serão apresentadas abaixo.
2.2 Comparação entre as interpretações
Até este momento, não há evidência experimental que nos permita distinguir entre as várias interpretações listadas abaixo. Para que possa evoluir, a teoria física deve ser sustentável e consistente com ela mesmo e com a realidade; problemas surgem somente quando tentamos "interpretá-la". Entretanto, existem atividades de pesquisa sendo feita no sentido de realizar testes experimentais que poderiam diferenciar entre a várias interpretações.
Algumas das interpretações mais importantes foram sumarizadas aqui:
Cada interpretação tem muitas variações. Este assunto é complexo, e não vamos aprofundar o tema neste estudo. O importante é que se perceba que ainda há muitas indefinições quanto a teoria quântica, apesar das evidências experimentais observadas.
1. Breve História da Física
A Física é tanto significante como influente, em parte porque os avanços na sua compreensão foram muitas vezes traduzidos em novas tecnologias, mas também porque as novas idéias na física muitas vezes ressoam com as outras ciências, matemáticas e filosóficas.
Um sistema de divisão da Física pode ser feito, levando-se em conta a magnitude do objeto em análise. A física quântica trata do universo do muito pequeno, dos átomos e das partículas que compõem os átomos; a física clássica trata dos objetos que encontramos no nosso dia-a-dia; e a física relativística /Cosmologia trata de situações que envolvem grandes quantidades de matéria e energia.
Em fins do século XVIII, uma das dificuldades da física consistia na interpretação das leis que governam a emissão de radiação por parte dos corpos negros. Tais corpos são dotados de alto coeficiente de absorção de radiações; por isso, parecem negros para a vista humana.
Até o final do século XIX tudo o que era partícula tinha o seu movimento descrito pela mecânica newtoniana enquanto que a radiação eletromagnética era descrita pelas equações de Maxwell do eletromagnetismo.
O que ocorreu no primeiro quarto do século XX foi que um determinado conjunto de experiências apresentou resultados conflitantes com essa distinção entre os comportamentos de onda e de partícula. Em função de outras experiências que apresentavam resultados igualmente surpreendentes no contexto da mecânica de Newton e do eletromagnetismo de Maxwell, os pesquisadores do começo do século passado se viram obrigados a formular hipóteses revolucionárias que culminaram com a elaboração de uma nova física capaz de descrever os estranhos fenômenos que ocorriam na escala atômica: a mecânica quântica.
Física Moderna é a denominação dada ao conjunto de teorias surgidas no começo do século XX, principiando com a Mecânica Quântica e a Teoria da Relatividade e as alterações no entendimento científico daí decorrente, bem como todas as teorias posteriores. De fato, destas duas teorias resultaram drásticas alterações no entendimento das noções do espaço, tempo, medida, causalidade, simultaneidade , trajetória e localidade.
A mecânica quântica surgiu inicialmente dos trabalhos de Max Planck e de Einstein. Um dos mais importantes problemas de física não resolvidos no final do séc. XIX, era o da radiação do corpo negro. Planck resolve este problema em 1901 utilizando como hipótese ad hoc que a energia deste não tem um espectro contínuo, mas pelo contrário é discreta, ou em outras palavras quantizada. Einstein utiliza esta mesma hipótese para resolver o problema do efeito fotoelétrico em 1905. Mas vai mais longe propondo que esta é na realidade a verdadeira natureza da luz. A essa quantidade discreta de luz se chama quantum de luz ou fóton.
Nasce assim a Mecânica Quântica que será posteriormente desenvolvida pelo trabalho de muitos outros cientistas como Niels Bohr, Erwin Schrödinger, Werner Heisenberg, Einstein, Louis de Broglie, Max Born, Wolfgang Pauli ou Paul Dirac, citando apenas os mais importantes.
A hipótese de que a energia é quantizada permite então resolver muitos dos problemas pendentes da Física do início do séc. XX. Einstein utiliza-a para explicar o calor específico dos sólidos e Niels Bohr para explicar a estabilidade do átomo. O primeiro modelo atômico, chamado modelo de Bohr, é posteriormente melhorado por Sommerfeld e outros cientistas acima referidos dando origem à moderna teoria quântica, com uma formalização em moldes mais rigorosos. Tal desenvolvimento também se deu pelos esforços do matemático John von Neumann.
Dentre esses desenvolvimentos, a teoria quântica abandonou parcialmente a noção de trajetória e da localidade, em função do princípio da incerteza de Heisenberg. Assim tem-se a noção da trajetória, de natureza determinista, substituída pela noção de função de onda, de natureza probabilística. Essa interpretação da função de onda, como medida da potencialidade de localização de uma partícula, foi dada pela análise e correta interpretação de Max Born.
Niels Bohr contribui decisivamente também para esse desenvolvimento ulterior da mecânica quântica. Ele e seus seguidores (incluindo Heisenberg) ajudaram a formar a chamada Interpretação de Copenhague. Nessa interpretação, dá-se a explicação quântica da medida. Uma medida realizada sobre um sistema quântico resulta da interação de um aparelho de medida clássico com um sistema quântico. Como a medida resulta numa certeza sobre um valor de uma grandeza (observável), ao passo que a função de onda representa uma função de probabilidades em termos da posição, significa dizer que o ato de medir implica um colapso da função de onda.
Também em 1905, Einstein publica a teoria da relatividade restrita, nesta a idéia clássica que se tinha da simultaneidade foi abandonada, em decorrência da finitude da velocidade de transmissão das interações eletromagnéticas, que resulta da teoria clássica do eletromagnetismo de Maxwell. A simultaneidade passa a depender do referencial que se está adotando para se analisar uma dada situação física. E assim, a invariância da velocidade da luz (que corresponde precisamente à velocidade de transmissão das interações) implica que as noções de espaço e tempo se mesclam em um novo conceito, o espaço-tempo. Para a teoria da relatividade restrita contribuíram decisivamente também Henri Poincaré, Hendrik Lorentz e Hermann Minkowski. Assim se encerra de modo consistente a teoria da eletrodinâmica clássica. Posteriormente, em 1915, Einstein leva mais longe os conceitos da teoria da relatividade ao generalizar o conceito de finitude da velocidade de transmissão das interações à interação gravitacional. Do desenvolvimento desta idéia resulta a moderna teoria da gravitação, conhecida por teoria da relatividade geral.
É Dirac quem posteriormente formaliza a teoria da Eletrodinâmica Quântica que une de modo consistente a teoria quântica e a eletrodinâmica clássica, baseando-se em trabalho anterior de Oskar Klein, Walter Gordon e Vladimir Fock. As tentativas de lhes juntar também a teoria da relatividade geral foram até hoje infrutíferas, sendo este um dos maiores problemas em aberto da física moderna.
A mecânica quântica descreve, com sucesso, o comportamento da matéria desde altíssimas energias (física das partículas elementares) até a escala de energia das reações químicas ou, ainda de sistemas biológicos. O comportamento termodinâmico dos corpos macroscópicos, em determinadas condições, requer também o uso da mecânica quântica.
Mas por quê não observamos estes fenômenos no nosso cotidiano, ou seja, com objetos macroscópicos? Bem, há duas razões para isso. A primeira é que a constante de Planck é extremamente pequena comparada com as grandezas macroscópicas que têm a sua mesma dimensão. Baseados neste fato, podemos inferir que os efeitos devidos ao seu valor não nulo, ficarão cada vez mais imperceptíveis à medida que aumentamos o tamanho dos sistemas. Em segundo lugar, há o chamado efeito de descoerência. Este efeito só recentemente começou a ser estudado e trata do fato de não podermos separar um corpo macroscópico do meio onde ele se encontra. Assim, o meio terá uma influência decisiva na dinâmica do sistema fazendo com que as condições necessárias para a manutenção dos efeitos quânticos desapareçam em uma escala de tempo extremamente curta.
Entretanto, as novas tecnologias de manipulação dos sistemas físicos nas escalas micro ou até mesmo nanoscópicas nos permitem fabricar dispositivos que apresentam efeitos quânticos envolvendo, coletivamente, um enorme número de partículas. Nestes sistemas a descoerência, apesar de ainda existir, tem a sua influência um pouco reduzida, o que nos permite observar os efeitos quânticos durante algum tempo.
Tudo indica que a mecânica quântica seja a teoria correta para descrever os fenômenos físicos em qualquer escala de energia. O universo macroscópico só seria um caso particular para o qual há uma forma mais eficiente de descrição; a mecânica newtoniana. Esta pode ser obtida como um caso particular da mecânica quântica mas a recíproca não é verdadeira.
Ervin Laszlo escreveu "olhar para o mundo do prisma da ciência moderna não tem sido fácil. Até recentemente, a ciência nos oferecia uma imagem fragmentada do mundo, transmitida por via de compartimentos disciplinares aparentemente independentes. Os cientistas acham difícil dizer o que conecta o universo físico com o mundo vivo, o mundo vivo com o mundo da sociedade, e mundo da sociedade com os domínios da mente e da cultura. Hoje, porém isto está mudando; na linha de frente das ciências um número cada vez maior de pesquisadores estão procurando por uma imagem do mundo mais integrada e unitária. Isso é verdade especialmente no que se refere aos físicos, que estão trabalhando intensamente para criar "grandes teorias unificadas" e " supergrandes teorias unificadas", que relacionam conjuntamente os campos e as forças fundamentais da natureza em um esquema teórico lógico e coerente, sugerindo que eles tem origens em comum.
Um empreendimento particularmente ambicioso veio à tona na física quântica em anos recentes: a tentativa de se criar uma teoria de tudo. Esse projeto se baseia na teoria das cordas e das supercordas ( assim chamadas porque nessas teorias as partículas elementares são concebidas como filamentos ou cordas vibrantes). As teorias de tudo que estão sendo desenvolvidas utilizam matematicas sofisticadas e espaços multidimensionais na tentativa de se descobrir com elas uma única equação-mestra capaz de responder por todas as leis do universo."
Um sistema de divisão da Física pode ser feito, levando-se em conta a magnitude do objeto em análise. A física quântica trata do universo do muito pequeno, dos átomos e das partículas que compõem os átomos; a física clássica trata dos objetos que encontramos no nosso dia-a-dia; e a física relativística /Cosmologia trata de situações que envolvem grandes quantidades de matéria e energia.
Em fins do século XVIII, uma das dificuldades da física consistia na interpretação das leis que governam a emissão de radiação por parte dos corpos negros. Tais corpos são dotados de alto coeficiente de absorção de radiações; por isso, parecem negros para a vista humana.
Até o final do século XIX tudo o que era partícula tinha o seu movimento descrito pela mecânica newtoniana enquanto que a radiação eletromagnética era descrita pelas equações de Maxwell do eletromagnetismo.
O que ocorreu no primeiro quarto do século XX foi que um determinado conjunto de experiências apresentou resultados conflitantes com essa distinção entre os comportamentos de onda e de partícula. Em função de outras experiências que apresentavam resultados igualmente surpreendentes no contexto da mecânica de Newton e do eletromagnetismo de Maxwell, os pesquisadores do começo do século passado se viram obrigados a formular hipóteses revolucionárias que culminaram com a elaboração de uma nova física capaz de descrever os estranhos fenômenos que ocorriam na escala atômica: a mecânica quântica.
Física Moderna é a denominação dada ao conjunto de teorias surgidas no começo do século XX, principiando com a Mecânica Quântica e a Teoria da Relatividade e as alterações no entendimento científico daí decorrente, bem como todas as teorias posteriores. De fato, destas duas teorias resultaram drásticas alterações no entendimento das noções do espaço, tempo, medida, causalidade, simultaneidade , trajetória e localidade.
A mecânica quântica surgiu inicialmente dos trabalhos de Max Planck e de Einstein. Um dos mais importantes problemas de física não resolvidos no final do séc. XIX, era o da radiação do corpo negro. Planck resolve este problema em 1901 utilizando como hipótese ad hoc que a energia deste não tem um espectro contínuo, mas pelo contrário é discreta, ou em outras palavras quantizada. Einstein utiliza esta mesma hipótese para resolver o problema do efeito fotoelétrico em 1905. Mas vai mais longe propondo que esta é na realidade a verdadeira natureza da luz. A essa quantidade discreta de luz se chama quantum de luz ou fóton.
Nasce assim a Mecânica Quântica que será posteriormente desenvolvida pelo trabalho de muitos outros cientistas como Niels Bohr, Erwin Schrödinger, Werner Heisenberg, Einstein, Louis de Broglie, Max Born, Wolfgang Pauli ou Paul Dirac, citando apenas os mais importantes.
A hipótese de que a energia é quantizada permite então resolver muitos dos problemas pendentes da Física do início do séc. XX. Einstein utiliza-a para explicar o calor específico dos sólidos e Niels Bohr para explicar a estabilidade do átomo. O primeiro modelo atômico, chamado modelo de Bohr, é posteriormente melhorado por Sommerfeld e outros cientistas acima referidos dando origem à moderna teoria quântica, com uma formalização em moldes mais rigorosos. Tal desenvolvimento também se deu pelos esforços do matemático John von Neumann.
Dentre esses desenvolvimentos, a teoria quântica abandonou parcialmente a noção de trajetória e da localidade, em função do princípio da incerteza de Heisenberg. Assim tem-se a noção da trajetória, de natureza determinista, substituída pela noção de função de onda, de natureza probabilística. Essa interpretação da função de onda, como medida da potencialidade de localização de uma partícula, foi dada pela análise e correta interpretação de Max Born.
Niels Bohr contribui decisivamente também para esse desenvolvimento ulterior da mecânica quântica. Ele e seus seguidores (incluindo Heisenberg) ajudaram a formar a chamada Interpretação de Copenhague. Nessa interpretação, dá-se a explicação quântica da medida. Uma medida realizada sobre um sistema quântico resulta da interação de um aparelho de medida clássico com um sistema quântico. Como a medida resulta numa certeza sobre um valor de uma grandeza (observável), ao passo que a função de onda representa uma função de probabilidades em termos da posição, significa dizer que o ato de medir implica um colapso da função de onda.
Também em 1905, Einstein publica a teoria da relatividade restrita, nesta a idéia clássica que se tinha da simultaneidade foi abandonada, em decorrência da finitude da velocidade de transmissão das interações eletromagnéticas, que resulta da teoria clássica do eletromagnetismo de Maxwell. A simultaneidade passa a depender do referencial que se está adotando para se analisar uma dada situação física. E assim, a invariância da velocidade da luz (que corresponde precisamente à velocidade de transmissão das interações) implica que as noções de espaço e tempo se mesclam em um novo conceito, o espaço-tempo. Para a teoria da relatividade restrita contribuíram decisivamente também Henri Poincaré, Hendrik Lorentz e Hermann Minkowski. Assim se encerra de modo consistente a teoria da eletrodinâmica clássica. Posteriormente, em 1915, Einstein leva mais longe os conceitos da teoria da relatividade ao generalizar o conceito de finitude da velocidade de transmissão das interações à interação gravitacional. Do desenvolvimento desta idéia resulta a moderna teoria da gravitação, conhecida por teoria da relatividade geral.
É Dirac quem posteriormente formaliza a teoria da Eletrodinâmica Quântica que une de modo consistente a teoria quântica e a eletrodinâmica clássica, baseando-se em trabalho anterior de Oskar Klein, Walter Gordon e Vladimir Fock. As tentativas de lhes juntar também a teoria da relatividade geral foram até hoje infrutíferas, sendo este um dos maiores problemas em aberto da física moderna.
A mecânica quântica descreve, com sucesso, o comportamento da matéria desde altíssimas energias (física das partículas elementares) até a escala de energia das reações químicas ou, ainda de sistemas biológicos. O comportamento termodinâmico dos corpos macroscópicos, em determinadas condições, requer também o uso da mecânica quântica.
Mas por quê não observamos estes fenômenos no nosso cotidiano, ou seja, com objetos macroscópicos? Bem, há duas razões para isso. A primeira é que a constante de Planck é extremamente pequena comparada com as grandezas macroscópicas que têm a sua mesma dimensão. Baseados neste fato, podemos inferir que os efeitos devidos ao seu valor não nulo, ficarão cada vez mais imperceptíveis à medida que aumentamos o tamanho dos sistemas. Em segundo lugar, há o chamado efeito de descoerência. Este efeito só recentemente começou a ser estudado e trata do fato de não podermos separar um corpo macroscópico do meio onde ele se encontra. Assim, o meio terá uma influência decisiva na dinâmica do sistema fazendo com que as condições necessárias para a manutenção dos efeitos quânticos desapareçam em uma escala de tempo extremamente curta.
Entretanto, as novas tecnologias de manipulação dos sistemas físicos nas escalas micro ou até mesmo nanoscópicas nos permitem fabricar dispositivos que apresentam efeitos quânticos envolvendo, coletivamente, um enorme número de partículas. Nestes sistemas a descoerência, apesar de ainda existir, tem a sua influência um pouco reduzida, o que nos permite observar os efeitos quânticos durante algum tempo.
Tudo indica que a mecânica quântica seja a teoria correta para descrever os fenômenos físicos em qualquer escala de energia. O universo macroscópico só seria um caso particular para o qual há uma forma mais eficiente de descrição; a mecânica newtoniana. Esta pode ser obtida como um caso particular da mecânica quântica mas a recíproca não é verdadeira.
Ervin Laszlo escreveu "olhar para o mundo do prisma da ciência moderna não tem sido fácil. Até recentemente, a ciência nos oferecia uma imagem fragmentada do mundo, transmitida por via de compartimentos disciplinares aparentemente independentes. Os cientistas acham difícil dizer o que conecta o universo físico com o mundo vivo, o mundo vivo com o mundo da sociedade, e mundo da sociedade com os domínios da mente e da cultura. Hoje, porém isto está mudando; na linha de frente das ciências um número cada vez maior de pesquisadores estão procurando por uma imagem do mundo mais integrada e unitária. Isso é verdade especialmente no que se refere aos físicos, que estão trabalhando intensamente para criar "grandes teorias unificadas" e " supergrandes teorias unificadas", que relacionam conjuntamente os campos e as forças fundamentais da natureza em um esquema teórico lógico e coerente, sugerindo que eles tem origens em comum.
Um empreendimento particularmente ambicioso veio à tona na física quântica em anos recentes: a tentativa de se criar uma teoria de tudo. Esse projeto se baseia na teoria das cordas e das supercordas ( assim chamadas porque nessas teorias as partículas elementares são concebidas como filamentos ou cordas vibrantes). As teorias de tudo que estão sendo desenvolvidas utilizam matematicas sofisticadas e espaços multidimensionais na tentativa de se descobrir com elas uma única equação-mestra capaz de responder por todas as leis do universo."
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